Netflix de olho nas crianças

Por Drew Harwell
The Washington Post

Publicado pelo Jornal Estado de S. Paulo
Tradução de Roberto Muniz

Grande parte do dinheiro que a Netflix investirá neste ano em filmes e programas de TV destina-se ao público infantil. O grande negócio de captar a atenção das crianças nunca foi tão competitivo – ou tão lucrativo –, e a Netflix empenha-se agressivamente em usar sua experiência para fazer programas que as crianças não conseguem parar de ver. Atualmente, cerca de metade dos 75 milhões de assinantes da Netflix vê regularmente filmes e programas para crianças, mas o potencial de receita no longo prazo vai muito além.

Executivos avaliam que, se o site conseguir conquistar espectadores quando ainda jovens, estes podem manter sua lealdade pela vida toda. “Temos toneladas de dados sobre o que as crianças veem. Sabemos, portanto, do que elas gostam ou não, quando já se cansaram de uma franquia ou estão longe disso”, afirma Andy Yeatman, diretor de conteúdo global infantil da Netflix. “Procuramos sempre incentivar a demanda, para que elas queiram sempre mais.”

A Netflix vai investir em torno de US$ 5 bilhões em filmes e programas de TV neste ano – cerca da metade do que todas as companhias cinematográficas juntas faturaram em bilheteria no ano passado. A maior parte desse dinheiro será investida no público mais jovem. O chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, disse em janeiro que a companhia está “dobrando o investimento em crianças e famílias”. Perto de 20 dos 70 novos e futuros programas “originais” da empresa são destinados especificamente a crianças – de uma série de desenhos sobre sereias adolescentes de um estúdio francês a uma reedição da animação Popples, dos anos 1980. Para efeito de comparação, o gigante da TV a cabo Nickelodeon vai lançar 650 novos episódios de 30 diferentes franquias ainda este ano.

Visão de futuro. Para os viciados em séries como Demolidor e House of Cards pode parecer surpreendente que a companhia invista pesadamente em desenhos para crianças em idade pré-escolar e séries feitas por computador, como Dinotrux, que aborda um grupo de criaturas meio dinossauros e meio máquinas de construção.

No entanto, a ascensão da Netflix foi, em grande parte, alimentada por seus jovens espectadores. Mais de 80% dos americanos abaixo dos 35 anos são assinantes – um aumento de 9 pontos porcentuais desde 2014, segundo a consultoria MoffettNathanson. Nas crianças, a Netflix vê uma audiência cativa que pode se estender a futuras famílias.

No total, os americanos assistiram a 42 bilhões de horas da Netflix no ano passado, segundo dados da companhia. Outras pesquisas de mercado também apontam a representatividade do serviço nos EUA. Segundo a MoffettNathanson, o serviço respondeu por 6% do tempo gasto em frente a um televisor doméstico no ano passado, 4% a mais que em 2014.

E mais americanos consideram vídeos da web como parte indissociável de seu modo de vida. No ano passado, 61% dos consumidores americanos disseram que o serviço de vídeos era insubstituível, 17% a mais que em 2012, de acordo com estudo da consultoria Deloitte. Os entrevistados puseram o streaming de vídeos acima da internet no smartphone (55%) e do telefone fixo (38%). “Nosso objetivo é que cada um tenha seu programa favorito”, disse Yeatman. “Quando os pais pagarem as despesas da família, queremos que se sintam contentes com a conta da Netflix.”

Enquanto isso, os gigantes que disputam a atenção do público infantil sofrem. Em janeiro, só uma das três maiores redes de TV para crianças, a Nickelodeon, registrou crescimento do lucro em relação a 2015. As duas outras, Disney Channel e Cartoon Network, sofreram queda da ordem de 25%.

O investimento da Netflix no público infantil acontece no momento em que espectadores de todas as idades estão “se afogando” em opções de programas para assistir. O dilúvio de novo conteúdo original cresce cerca de cinco vezes mais em relação ao tempo gasto vendo TV, segundo pesquisadores da Barclay, um dado que atinge em cheio as emissoras de TV aberta e a cabo e pode trazer mais espectadores para plataformas sob demanda.

O serviço, porém, não está sozinho na aposta em crianças. Em janeiro, a HBO estreou seus primeiros episódios de Vila Sésamo, a série psicodélica cheia de bonecos que passou a maioria de seus 47 anos na televisão pública. A série foi comprada pelarede no ano passado. “As crianças querem mais. Estamos explorando todos os gêneros e estilos”, diz Bronwen O’Keefe, da Nickelodeon.

Cinema Novo aclamado em Cannes

Por Antônio Brasil
Professor de jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina

Meio ambiente: siga o calendário

Você sabia que estamos em plena semana do meio ambiente? Que tal repensar algumas práticas pessoais que possam melhor o mundo em que você vive? Quer um desafio? A Edukatu,  rede de aprendizagem que visa incentivar a troca de conhecimentos e práticas sobre consumo consciente entre professores e alunos do Ensino Fundamental de escolas em todo o Brasil, divulgou um cartaz para ser seguido a cada dia desta semana. São ações que podem e devem ser seguidas.

Faça o download aqui do cartaz

Histórias de grandes mulheres

Que tal, além dos contos de fadas tradicionais, acrescentar novas leituras para seus filhos? Por exemplo a Good Night Stories for Rebel Girls (Histórias de Boa Noite para Garotas Rebeldes, em tradução livre), uma série de contos modernos criados por Elena Favilli e Francesca Cavallo. As duas escritoras atuaram na indústria de mídia para crianças por cinco anos e sentiam-se frustradas pela contínua onda de estereótipos de gênero que ainda permeia as narrativas de história.“Os livros sobre empoderamento feminino proliferam em nossas prateleiras, mas eles geralmente chegam tarde demais”, disse Favilli ao site Real Simple.

Em resposta a esta frustração, elas criaram uma coleção de histórias com 100 mulheres historicamente importantes, de Frida Kahlo, Serena Williams até Hatshepsut, a mulher faraó. “Ela foi a primeira mulher faraó do Egito muito antes da Cleópatra”, diz Favilli. “Nós sentimos que sua história é realmente exemplar e a de muitas outras mulheres extraordinárias cujas realizações muitas vezes passam despercebidas.”

O projeto foi lançado na plataforma de financiamento coletivo KickStarter. Se deu certo? Em menos de 24 horas, bateu a meta. Assista abaixo ao vídeo promocional da campanha. E participe.

Cinema: edital do BNDES

Estão abertas até o dia 27 de junho as inscrições para Edital de Cinema 2016 do BNDES com orçamento de R$ 15 milhões em recursos não reembolsáveis. E tem novidade este ano para animadores, uma nova categoria criada para curtas de animação. No total, o segmento de animação será contemplado com sete obras selecionadas: dois longas-metragens e cinco curtas.

Além das criações em animação, o edital do BNDES ainda vai selecionar 15 longas-metragens de ficção, documentário, coprodução com América Latina e em fase de finalização. Cada longa de ficção terá apoio de R$ 1 milhão. Eles serão divididos em dois grupos: o grupo I (dois fimes), de obras que priorizem o retorno comercial, e o grupo II (até cinco fimes), de obras que priorizem a busca de reconhecimento artístico e técnico no mercado internacional. Pelo menos um dos filmes do grupo II será de diretor estreante. O edital ainda inclui até cinco projetos de documentário, um de coprodução com países latino-americanos e dois filmes em fase de finalização. Todos com apoio de R$ 500 mil cada.

Animação

A criação da nova categoria de curta de animação é um estímulo a experimentações de formatos, equipes e técnicas novas, oportunidade para novos profissionais e projetos estreantes. Cada curta-metragem de animação, dos cinco selecionados, será contemplado com R$ 200 mil. Cada longa-metragem, das duas obras de animação previstas no edital, terá apoio de R$ 1,5 milhão.

O BNDES já apoia desde 2005 obras de animação no Brasil, com financiamento do programa BNDES Procult a séries infantis brasileiras como Peixonauta e Show da Luna, da TV Pinguim, e Amigãozão, da 2DLab em coprodução com o Canadá. Desde 2013 o Edital passou a incluir longas de animação e agora na edição de 2016 estende o benefício aos curtas. O segmento de animação é visto como forte polo de desenvolvimento de marcas para registro de propriedade intelectual, geração de direitos autorais e exportação entre empresas de economia criativa.

Para maiores informações, acesse o site do BNDES.

Cinema infantil em exposição

A exposição sobre os 15 anos da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, que ocorre no Museu da Imagem e do Som, no Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis, foi prorrogada até 5 de junho. Mais de 600 visitantes, a maioria crianças, de escolas e outras instituições já visitaram a retrospectiva, que narra a história do festival por meio de fotografias, making of, sessões de curtas-metragens, banners, cartazes, infográficos, vinhetas e matérias jornalísticas. A exposição está aberta de terça-feira a sábado, das 10h às 20h30 e domingos e feriados, das 10h às 19h30min.

O festival foi o primeiro a estimular o desenvolvimento de uma política e de uma cinematografia brasileira dedicada às crianças. O público vai conhecer ou recordar esta história por meio de fotografias, making of, sessões de curtas-metragens, banners, cartazes, infográficos, vinhetas e matérias jornalísticas, que estabelecem um panorama do alcance da Mostra no Brasil e exterior.

Durante a abertura da exposição no MIS, será inaugurado também o cineclube da Mostra, com sessões mensais no último sábado de cada mês, às 16 horas e com entrada gratuita. Para abrir o novo cineclube, a diretora da Mostra, Luiza Lins, escolheu o longa metragem Kiriku, Os Homens e As Mulheres, do francês Michel Ocelot, uma referência mundial do cinema infantil e um parceiro da Mostra.
Todos os filmes de Ocelot já oram exibidos no festival. Na 8ª edição da Mostra, ele foi homenageado com o Prêmio Amigo do Cinema Infantil e assistiu a um de seus filmes com dublagem ao vivo para o português. Desenhos originais de Ocelot para os filmes As Aventuras de Azur e Asmar e da série Kiriku também farão parte da Mostra no MIS.

Além das comemorações programadas para Florianópolis, ocorre pelo estado o Circuito Estadual de Cinema Infantil, realizado anualmente, que já chegou a mais de 100 mil crianças e a mais de 120 municípios catarinenses e conta com o apoio das empresas Enercan e Brandili. O Circuito começou por Chapecó e é realizado em parceria com o Fórum de Gestores Culturais dos Municípios Catarinenses. As próximas cidades a receberem o as sessões de filmes são Campos Novos, Abdon Batista, Celso Ramos e Apiúna.

À procura de crônicas

Estão abertas até o dia 12 de agosto as inscrições do Concurso de Crônicas destinado a estudantes que estejam cursando os 8º ou 9º anos do Ensino Fundamental, no presente ano letivo, no Estado do Rio de Janeiro, devidamente orientados por um (a) professor (a) do estabelecimento que estejam matriculados. Não serão aceitos trabalhos de parentes dos integrantes da Comissão Julgadora. O concurso é promovido pela Academia Brasileira de Letras e pelo Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais.

O trabalho encaminhado deverá ser inédito. Entende-se por inédita a obra não editada e não publicada parcialmente ou em sua totalidade em livros, antologias, coletâneas, suplementos literários, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, inclusive as redes sociais da internet. Deverá estar impresso em papel de formato A4, com margens de 2,5cm, digitado em espaço 1,5, fonte no estilo “Times New Roman”, tamanho 12 e cor preta, não podendo exceder a 2 (duas) laudas.

Para acessar o regulamento do concurso na íntegra e a ficha de inscrição, basta clicar no links abaixo.

Ficha de inscrição

Regulamento

Projeto contra o Aedes

Possibilitar o engajamento de comunidades no monitoramento de populações de mosquitos Aedes, transmissores de zika, dengue e chikungunya. Esse é o objetivo do Aetrapp – Monitoramento Cidadão de Focos de Mosquitos Aedes, projeto inscrito pelo WWF-Brasil no Desafio de Impacto Social do Google 2016, um dos dez finalistas de todo o Brasil.

Em sua segunda edição no Brasil e a décima no mundo, o Desafio pretende estimular a criatividade entre ONGs brasileiras e demonstrar como é possível utilizar a tecnologia para promover impacto social. No total, serão distribuídos R$ 10 milhões para dez organizações nacionais. Entre elas, quatro serão escolhidos como vencedoras, cada uma recebendo o prêmio de R$ 1,5 milhão. A escolha se dá pelo voto popular. Os internautas têm até o dia 13 de junho para votar no projeto mais inovador e relevante para a sociedade.

Por meio de um aplicativo para Android e IOS, o sistema Aetrapp permitirá a participação direta da população no monitoramento das populações do Aedes. Os usuários serão incentivados a manter em suas casas uma espécie de “armadilha” para o mosquito depositar seus ovos, chamadas de ovitrampas, uma tecnologia já consolidada mas restrita a agentes de saúde.

As ovitrampas são iscas simples, de baixo custo. Consistem em vasos plásticos preenchidos com água onde uma paleta de madeira ou papel é parcialmente mergulhada, servindo de depósito de ovos pelas fêmeas de mosquitos Aedes. A ferramenta possibilita a comparação da presença dos mosquitos em diferentes localidades e a dinâmica populacional onde for instalada. Os resultados da análise podem ser usados no planejamento de operações da vigilância e do controle do vetor.

Por meio do aplicativo, o cidadão poderá tirar fotos de sua ovitrampa e enviar para um servidor que dispõe de algorítimo capaz de contar automaticamente o número de ovos em cada amostra, assim como indicar datas, horários e coordenadas geográficas do local. A informação será compartilhada com pesquisadores e poderá colaborar com o monitoramento do mosquito.

Os dados georreferenciados serão disponibilizados em tempo real em um mapa aberto, onde a comunidade e agentes públicos poderão visualizar os focos de transmissão, fazer comparativos de quantidades de mosquitos em diferentes localidades e analisar séries históricas. Com isso, será possível elaborar estratégias precisas e urgentes para o combate, priorizando as áreas mais críticas.

Essa primeira fase do projeto terá duração de 18 meses e pretende engajar dez comunidades de Rio Branco (AC) na vigilância cidadã de focos de mosquitos em suas localidades. A ideia é que posteriormente a tecnologia seja disponibilizada para o uso em todo o território nacional e demais países afetados pelas doenças.

Mosquito e meio ambiente

De acordo com o superintendente de conservação do WWF-Brasil, Mário Barroso, o Aetrapp não pretende substituir outros métodos, mas agregar uma base de dados que poderá ser cruzada com outras mantidas pelo poder publico. “O projeto surge num momento importante para o Brasil que vive uma epidemia de doenças geradas pelo mosquito. Acreditamos que o projeto pode trazer significativos benefícios para a população do Acre. Com o recurso do Google, queremos incentivar o cidadão comum a se tornar protagonista no combate ao Aedes”, explica.

Segundo ele, além de um problema de saúde pública, a explosão populacional do mosquito Aedes aegypti é um problema ambiental. A proliferação do mosquito em maior ou menor grau está diretamente relacionada a questões ambientais como o desmatamento, problemas hídrico e o aquecimento global. “Em temperaturas mais elevadas, os insetos se procriam mais e o ciclo de desenvolvimento do vírus do mosquito é mais curto. Devido às mudanças climáticas, o Aedes pode começar a se desenvolverem países em que não ocorria antes”, afirma.

Outro problema é a deficiência no abastecimento de água das cidades, que gera a necessidade de armazenamento doméstico em condições inadequadas, levando a população a usar caixas d’água, potes e barris sem tampa. Esses reservatórios são ideais para o mosquito procriar devido a água limpa e parada.

Realidade virtual e Educação

Por Carla Matsu
do site IDG Now

A realidade virtual está no radar de grandes empresas como Google, Facebook, Microsoft e Samsung e tem sido apontada por especialistas como uma das grandes revoluções digitais, ao lado da inteligência artificial. Além da sua vocação para jogos e até mesmo aplicações em pesquisa e no setor corporativo, um dos grandes horizontes para a realidade virtual está na sala de aula. Educadores defendem que a tecnologia pode criar não só uma nova experiência para o aprendizado, como ajudar na própria compreensão de temas.

Atentas ao potencial da tecnologia, algumas das principais instituições de ensino do mundo, entre elas Stanford, Harvard, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e Carnegie Mellon, integram o Immersive Education Initiative, um consórcio com cerca de 7 mil associados de todo o mundo. O programa tem como objetivo construir sistemas de realidade virtual que possam impulsionar a educação da pré-escola à pesquisa de doutorado.

A Positivo Informática, com sede em Curitiba, é uma das primeiras empresas brasileiras a usarem a tecnologia com fins de educação. A companhia lançou na última semana uma solução que usa óculos de realidade virtual para entregar conteúdo educacional para alunos do sexto ao nono ano. Batizado de Na Real Educação Imersiva, o produto propõe dez vídeos em 360 graus com temas atuais como consumo, poluição, mobilidade urbana, saneamento básico e drogas. A primeira aula é dedicada a prevenção do mosquito transmissor da dengue, zyka e chikungunya, o Aedes Aegypti. Em um vídeo de cerca de cinco minutos, um narrador acompanha as imagens de terrenos propícios a criadouros do mosquito e pede pela interação do usuário, indagando onde estariam os possíveis focos. Cabe ao aluno procurar por eles.

conheça o projeto

Para Guilherme Séder, gerente de produto e inovação na Positivo Informática, a realidade virtual cumpre bem o papel de levar o aluno a vivenciar uma realidade, muitas vezes, distante. No entanto, diz ele, a tecnologia também precisa de subsídios para oferecer uma experiência de aprendizado completo. “A gente usa a realidade virtual como um meio e não um fim, por que o fim é o conteúdo”, explica Séder. “Lançamos um conjunto de dez roteiros de aula. Temos toda uma referência bibliográfica, um guia do professor, um conjunto de atividades didáticas que propomos, dinâmicas com alunos e dentro dessas atividades temos a imersão na sala de aula”, completa.

A solução inclui um kit com cinco óculos de realidade virtual que devem ser acoplados a smartphones Android ou iOS com giroscópio e outras configurações necessárias para processamento de vídeos. Segundo a Positivo, os óculos são compatíveis com outros vídeos disponíveis na internet com recursos de realidade virtual. Os óculos têm proposta semelhante ao Google Cardboard, case da gigante de tecnologia feito de papelão que se propõe a democratizar o acesso à realidade virtual. No caso, da Positivo, o acessório é feito de plástico, o que aumenta a resistência e vida útil do mesmo. O projeto foi desenvolvido em parceria com as startups Smart Matrix, responsável pela criação e fabricação dos óculos, e Loox VR, responsável pela captação e processamento das imagens para os vídeos em 360º.

O kit com cinco óculos e o conteúdo didático para 10 aulas – entregue por meio de um aplicativo próprio – custa R$4.900, preço promocional por tempo limitado, informou a Positivo. Depois desse período promocional, que acaba no final de junho, o kit passará a custar R$6.900.

Gestão Matricial

O Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (IABAS) está trazendo para o Brasil um dos mais conceituados treinamentos de lideranças do mundo, que forma gestores em empresas como Microsoft, General Electric, Procter & Gamble, GAP e Mattel. Trata-se do Treinamento em Gestão Matricial do Instituto MatrixWorks, baseado nas mais recentes descobertas da neurociência e da inteligência emocional. A proposta é ministrada por meio de workshops e aulas práticas, projetadas especificamente para ajudar gerentes e líderes a desenvolverem as habilidades para alcançar sucesso no século XXI.

O IABAS está oferecendo o curso a seus gestores, com objetivo de capacitá-los na transição para a inteligência e a liderança coletivas. O Instituto é uma organização social responsável pela gestão de mais de cem unidades e serviços de saúde nos municípios do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Realizado em parceria com a Oscip planetapontocom, o Treinamento em Gestão Matricial do Instituto MatrixWorks tem uma proposta inovadora que trabalha com a ideia de que todos os grupos (organizações, equipes, comunidades etc) são organismos vivos, e, como tal, têm inteligência, sabedoria e recursos próprios.

Usando métodos práticos, e cientificamente comprovados, o treinamento aprimora o condicionamento mental e potencializa o desempenho dos gestores. Há ganhos reais no bem-estar, na resiliência, na criatividade, na comunicação, na produtividade e na liderança pessoal e organizacional. Com isso, os líderes têm muito mais condições de implementar mudanças no ambiente corporativo, saindo do antigo modelo de competição para o moderno conceito da colaboração.

Uma vez que líderes e gestores são treinados em Gestão Matricial, toda a organização pode aprender a ser mais inovadora, ágil e competitiva no mercado. Para isso, eles precisam atuar como facilitadores, transmitindo conhecimento e ajudando na formação de equipes de alta performance. Equipes compostas por profissionais seguros, confiantes e comprometidos.

De acordo com Mukara Meredith, presidente do Instituto MatrixWorks e idealizadora da Gestão Matricial, o treinamento é uma maneira de organizar o caos cotidiano em que se vive, transformando crise em oportunidade: “Nosso trabalho contribui para que as empresas, na figura de seus líderes e gestores, se tornem mais humanizadas, que parem de tratar seus funcionários como objetos ou robôs. As pessoas se influenciam umas às outras, por isso precisamos construir melhores relações, baseadas em confiança, verdade, segurança, liberdade e responsabilidade”, ensina Mukara.

No Brasil, a Oscip planetapontocom foi escolhida como instituição parceira depois de três anos de treinamento de seus integrantes.

Saiba mais em:

http://www.matrixworkslivingsystems.com/
http://coursecatalog2011.naropa.edu/groups-living-systems-matrixworks
http://planetapontocom.org.br/produtos/matrixworks/

Estreia nacional

Já está em cartaz o novo longa da diretora Estela Renner: O começo da vida. Gravado no Brasil e em outros oito países, o filme aborda os avanços da neurociência nos últimos anos sobre os primeiros anos da primeira infância – período que vai da gestação aos seis anos.

A partir de entrevistas com especialistas e visita a famílias de diferentes culturas e classes sociais, a obra mostra que os bebês se desenvolvem não apenas a partir de seu DNA, mas da combinação entre sua carga genética e as relações com aqueles que os rodeiam. Para Estela Renner, os registros emocionais tanto para o bem quanto para o mal têm um peso muito maior neste período, que é um momento de formação, criação e estruturação da pessoa.

O documentário está em cartaz em salas de cinema de 21 cidades brasileiras. Nos municípios em que o filme não estiver em circuito, inclusive no exterior, a exibição pública do longa poderá ser feita através da plataforma online e gratuita Videocamp. Em apenas quatro dias, todas as sessões nos cinemas lotaram e 500 exibições já foram agendadas pela plataforma.

“O Videocamp existe para difundir o cinema como ferramenta de transformação social, e a mensagem do ‘O Começo da Vida’ é de que se mudarmos o começo da história, mudamos a história inteira. Por isso, o Videocamp e o filme estão juntos para levar essa ideia para o maior número de pessoas em diferentes lugares”, explica Carolina Pasquali, diretora de Comunicação do Instituto Alana.

A plataforma disponibiliza o filme dublado em seis idiomas e legendado em 21 línguas, além de oferecer acessibilidade em LIBRAS, closed caption e audiodescrição, no aplicativo MovieReading para smartphones e tablets. O documentário é apresentado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Fundação Bernard Van Leer, Instituto Alana e o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância).

Criança em conferência

“Já ouviram um ditado que ‘é de pequeno que se aprende’? Pronto, a minha proposta é LGBT. Vamos acabar com o preconceito desde criança!”, disse Flávio, de 11 anos. Ele explicou que segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) toda criança tem que ser respeitada, “mas as crianças também têm que respeitar todas as pessoas”.

“Me representa!”, gritou a plenária final da 10ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CNDCA), refletindo o tom do encontro, que aconteceu, em Brasília, entre os dias 24 e 27 de abril. Quase 500 delegados crianças e adolescentes demonstraram que o protagonismo do segmento é possível e decisivo para a elaboração de políticas públicas.

Acesse aqui a cobertura de toda a conferência produzida pelos jovens

Rodrigo Torres, secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente destacou o caráter histórico da conferência, com representação recorde de crianças e adolescentes, um terço dos 1400 delegados. “A gente provou aqui que vale a pena investir no protagonismo e na participação de crianças e adolescentes, este é o principal legado e a principal conquista dessa conferência”, disse, na mesa de encerramento.

Salete Valesan Camba, diretora da Flacso Brasil, lembrou que a organização participou da elaboração doECA e “hoje está lutando pela defesa e garantia dos direitos de cada criança e adolescente”. “Vocês conquistaram um espaço”, disse. “Não vamos abrir mão de conviver com as outras áreas de direitos humanos, vamos ficar cada vez mais juntos e lutar juntos”, concluiu.

A assembleia votou 66 propostas, resultado das onze Plenárias Temáticas – seis para delegados adultos, quatro para adolescentes e um grupo de trabalho de crianças – e três Plenárias de Eixos, que discutiram Reforma Política dos Conselhos de DCA, Construção e implementação do Plano Decenal e Política Nacional dos DCA.

As crianças delegadas quebraram o ritmo tradicional de votação e levaram para o palco da plenária um grande mosaico representando suas propostas, “que significam o que a gente quer para o futuro, para o plano decenal e para os nossos direitos”, explicou Flávio. “Tem muita criança lá fora que poderia estar aqui, mas elas não sabem nem que os direitos delas existem”, argumentou o menino sobre a proposta de maior divulgação do ECA. “O meu desenho é uma criança ensinando para um adulto o que é o ECA”, contou Maria Eduarda, de 11 anos.

A plenária aprovou quase 60 propostas. Entre elas: assegurar e efetivar a participação de crianças e adolescentes nos Conselhos de Direito, com voz, voto e garantia de acessibilidade; incentivar a formação política e o estudo do ECA e da Constituição Federal; disseminar através das redes de ensino a importância da participação de crianças e adolescentes nos espaços de incidência política; promover a articulação entre os Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de DCA, para formular e deliberar uma política pública integrada; articular com o Ministério Público a criação e regulamentação do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) nos municípios onde não existe; elaboração de um plano orçamentário que estabeleça e implemente recursos financeiros para o Fundo da Infância e Adolescência (FIA); por meio de lei federal, incluir como condicionante de licenciamento e implementação de grandes projetos de mineração, hidrelétricas, madeireiras, entre outros, depósitos anuais pela empresa responsável de 5% de todas as condicionantes no FIA dos municípios impactados pelo projeto; garantir a inclusão do estudo dos direitos humanos de crianças e adolescentes no currículo escolar; criar um plano nacional de erradicação da violência letal contra crianças e adolescentes, priorizando a criação imediata de comitês a favor da desmilitarização da Polícia Militar com a participação de crianças e adolescentes, com voz e voto; entre outras.

A plenária terminou com o samba do Bloco Eureca, um projeto do Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua. Os adolescentes levaram um bandeirão, confeccionado durante a conferência, representando suas causas e lutas. “Não é questão de querer, nem de concordar, os direitos da criança e do adolescente todos têm que respeitar”, cantaram.

Brasil no Prix Jeunesse

Com informações do site Com Kids

Olha a boa notícia: o Brasil tem três finalistas no festival internacional de TV infantil Prix Jeunesse na edição deste ano, que acontece ainda neste mês, entre os dias 20 e 25 de maio, em Munique, na Alemanha. São elas o curta-metragem Marina não vai à praia (Paideia Filmes), que concorre na categoria 11 a 15 anos ficção; a animação Os Under Undergrounds (Tortuga Studios), disputa a categoria 7 a 10 ficção; e a produção Kunumi, o trovão nativo (Free Press Unlimited, Hora Mágica Produções), indicada para a categoria 11 a 15 anos não-ficção.

Conheça mais sobre as produções:

Marina não vai à praia (Paideia Filmes)
Marina é uma menina com síndrome de Down que mora no interior de Minas Gerais e quer conhecer o mar. O curta do diretor mineiro Cássio Pereira dos Santos narra a busca pela realização desse sonho quando surge a oportunidade de uma excursão de adolescentes para o litoral. Concorre na categoria 11 a 15 anos ficção.

Os Under Undergrounds (Tortuga Studios)
A animação conta a história de Heitor, um menino que é expulso de sua banda por não ser “cool” o bastante. Voltando para casa triste, ele se distrai e cai em um bueiro de obras, indo parar em uma cidade subterrânea, habitada por criaturas humanoides bem diferentes das da Terra. Concorre na categoria 7 a 10 ficção.

Kunumi, o trovão nativo (Free Press Unlimited, Hora Mágica Produções)
O adolescente indígena que chamou atenção do mundo ao levantar uma faixa de protesto com pedido de demarcação de terras durante a cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2014 é o tema deste documentário, dirigido por Mauro D’Addio. Werá, morador de uma aldeia na Grande São Paulo, é ainda cantor de rap e escritor de livros infantis. Conheça mais sobre a produção que concorre na categoria 11 a 15 anos não-ficção.

Prêmio Arte na Escola

Estão abertas as inscrições para a 17ª edição do Prêmio Arte na Escola Cidadã (PAEC). Os interessados têm até o dia 22 de maio para confirmar participação. A premiação, que acontece desde o ano 2000, tem o objetivo de revelar, reconhecer e dar visibilidade a iniciativas criadas e desenvolvidas por professores de Arte do ensino básico de todo o Brasil. A iniciativa é do Instituto Arte na Escola. As inscrições devem ser realizadas no site.

Os projetos devem ter sido realizados nos anos de 2014, 2015 e/ou concluídos até maio de 2016 em escolas de ensino regular, públicas ou particulares, em uma das quatro linguagens artísticas: Artes Visuais, Dança, Música e Teatro. Todos os inscritos ganharão uma prancha em formato A3 com a obra “O Sol quente no sertão”, de J.Borges, com uma proposição pedagógica.

Hoje o Brasil conta com aproximadamente 526 mil professores que ministram a disciplina de Artes na Educação Básica, que vai desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Esse é o público-alvo do prêmio.

Os professores premiados receberão R$ 10 mil, a oportunidade de participar da cerimônia de entrega dos prêmios em São Paulo, uma vivência cultural na cidade, publicações, além de certificado de participação e um troféu. As escolas nas quais os projetos premiados foram desenvolvidos também receberão prêmios, entre os quais a doação de um computador e uma câmera digital. Os vencedores terão ainda seus projetos educativos registrados em documentários produzidos pelo Instituto Arte na Escola.

Os projetos finalistas serão analisados por uma comissão nacional formada por um especialista em educação e por representantes de cada uma das linguagens da arte. Serão cinco categorias analisadas: Educação Infantil, Ensino Fundamental 1 (1º ao 5º ano), Ensino Fundamental 2 (6º ao 9º ano), Ensino Médio (1º, 2º e 3º ano) e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Em 2015, foram inscritos 667 projetos vindos de todos os estados brasileiros. Os projetos vencedores foram desenvolvidos por professores da Bahia, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Conhecer arte abre múltiplas possibilidades para que o aluno compreenda o mundo sob uma perspectiva crítica e sensível, desvelando modos singulares de perceber e articular significados. A educação em arte propicia o desenvolvimento de competências que envolvem a compreensão estética, a imaginação, a percepção, o reconhecimento e a valorização de manifestações artísticas de diferentes tempos e espaços, que revelam códigos culturais e sociais que contribuem para a formação da sua identidade.

O porco e o magro

Com informações do Tela Viva News

A TV Rá Tim Bum! estreia dia 16 deste mês a série O Porco e o Magro, que tem o objetivo de levar às crianças conceitos básicos de educação financeira. O programa, desenvolvido pela BM&FBovespa, será exibido de segunda a sexta-feira, às 9h10. A atração conta com os conhecimentos do Porco, um experiente professor de economia graduado na universidade americana de Harvard. Ele tenta ajudar seu amigo gastador, o jovem Magro – formado em Assistência ao Porco pela fictícia Escola Técnica de Magrópolis – a poupar e a desenvolver um comportamento financeiro saudável, mesmo diante de imprevistos e tentações do consumo. Para reforçar os ensinamentos de forma divertida e com muito ritmo, entra em cena também uma charmosa porquinha, a cantora de jazz Pigmaleoa.

A série explora temas como créditos e juros, comparação de preços, poupança e inflação, entre outros, abordados frequentemente perto das crianças, mas raramente de maneira leve e adequada para que elas possam se interessar e compreender. A trilha sonora é assinada por Hélio Ziskind, também responsável por composições de programas infantis consagrados da TV Cultura, como “Cocoricó”, “Glub Glub”, “Castelo Rá-Tim-Bum” e “X-Tudo”.

Mídia e Educação em debate

Nos dias 16, 17, 18 e 19 de novembro, os grupos de pesquisa em educação e mídia, dos Programas de Pós-graduação em Educação do Rio de Janeiro, realizarão o 5º Colóquio de Pesquisa em Educação e Mídia – 5º CPEM e 1ª Escola de Primavera em Educação e Mídia – 1ª EPEM.

O 5º Colóquio de Pesquisa em Educação e Mídia – 5º CPEM dará continuidade ao objetivo dos colóquios anteriores que é de ser uma reunião de grupos de pesquisa cujo objeto de estudo é a relação entre a educação e as mídias. Trata-se de uma proposta que congrega diferentes universidades brasileiras que realizam pesquisas nesta área. O evento é coordenado pelos programas de pós-graduação em educação do Estado do Rio de Janeiro e vem sendo sediado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UniRio.

Reflexões, trocas e produção, tema central deste encontro, busca possibilitar o intercâmbio de pesquisas que poderão ser materializadas em artigos ou capítulos de livros, bem como na elaboração de projetos envolvendo parcerias. Com este colóquio buscamos estabelecer elos de cooperação que possam significar o fortalecimento dos programas de pós-graduação na área de educação e mídia do Brasil.

Já a 1ª Escola de Primavera em Educação e Mídia – 1ª EPEM configura-se como um evento voltado para estudantes de pós-graduação em educação, vinculados a grupos de pesquisa cujo objeto de estudo se situa na relação entre educação e mídia.

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A fábula da vó Ita

Uma menina negra chega em casa com um desenho em que todos os colegas de escola riem dela. Um dos motivos para o bullying é o cabelo afro. A cena, que poderia ser tirada do cotidiano de qualquer estudante brasileiro, aparece no curta Fábula de Vó Ita. Dirigido por Joyce Prado e Tallita Oshiro Meireles, o filme traz para debate o racismo na infância e o empoderamento da mulher negra.

Livre para todas as idades, o curta narra a história de Vó Ita, que percebe que sua neta enfrenta problemas de preconceito na escola. A avó, então, usa sua sensibilidade e experiência para mostrar à menina, por meio da magia da fábula, que não há nada de errado em ser diferente e que existem infinitas formas de beleza. O filme teve a sua primeira exibição pública na Mostra Edital Carmen Santos – Cinema de Mulheres e Filmes Convidados, que aconteceu em abril deste ano, no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

A diretora e roteirista Tallita Oshiro Meireles conta que a personagem Vó Ita foi inspirada em suas duas avós e que um dos principais objetivos do curta foi tratar o preconceito de forma lúdica. “Por isso pensei em escrever como um conto de fadas”, diz.

Joyce Prado foi uma das responsáveis por selecionar a atriz que interpretaria a menina negra. “Entrevistei cerca de 30 crianças e percebi que 90% delas não tinham nenhuma referência de protagonista negro, e todas tinham tido problema com algum tipo de racismo”, conta.

A própria diretora conta que passou por situações semelhantes à da protagonista do curta quando era criança. “Era a única negra no ensino fundamental, fui chamada de macaca e percebi, com a idade, como o tratamento (entre brancos e negros) é diferente”, lamenta Joyce.

O curta recebeu apoio dos internautas por meio do site Catarse. Veja o trailer de divulgação:

Era uma vez…

Que tal participar de uma dinâmica de leitura compartilhada e concorrer a prêmios? Esta é a proposta do concurso Era uma vez…, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Baseado na mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil 2016, comemorado no dia 2 de abril, criada por Luciana Sandroni e ilustrada por Ziraldo, o concurso convoca os participantes a elaborarem um texto/escrever um relato sobre o uso do material (folder e cartaz) do Dia Internacional do Livro Infantil em sala de aula ou espaço de educação. O trabalho deverá valorizar a originalidade e apresentar de que maneira a criança e o jovem interagiram com a história e a ilustração.

Poderão participar professores, educadores, bibliotecários e todos os adultos que, de alguma forma, promovem a prática da leitura infantil. Os textos poderão ser inscritos em 2 categorias: a) relato em forma de ficção, mas cujo tema seja uma situação real de leitura partilhada; e b) relato de uma situação real, com a apresentação da leitura partilhada entre adultos e crianças e/ou jovens.

Os trabalhos deverão ser enviados até 31 de agosto de 2016 (data de postagem do correio) para a sede da instituição. Os vencedores de cada categoria receberão um acervo de livros para crianças e jovens, doado pela FNLIJ.

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