Giulia, mãos que falam

Um projeto de inclusão dos surdos que usam apenas a Língua Brasileira de Sinais para se comunicar é a proposta do sistema Giulia: mãos que falam. Desenvolvida em 2016, a proposta capta os gestos dos surdos, por meio de um bracelete preso ao pulso, e traduz os sinais de Libras para o Português. Com o apoio da área de inovação da TIM, a proposta virou aplicativo e foi lançado esta semana, na sede do Instituto Nacional dos Surdos (Ines), no Rio de Janeiro.

O sistema é baseado em inteligência artificial idealizada pelo professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manuel Cardoso, CEO da startup Map Innovation. “Muitas das pessoas com deficiência auditiva, principalmente as que nascem surdas nos estados mais pobres, não conseguem ser alfabetizadas. Isso já as exclui do acesso à Educação, o que acarreta em vários problemas. Sem Educação, elas têm uma dificuldade ainda maior de ascensão social”, explica o professor Cardoso.

O nome Giulia é uma homenagem a uma jovem que teve as atividades cerebrais prejudicadas em virtude de uma bactéria adquirida ainda na maternidade e faleceu em 2015, aos 15 anos. O aplicativo está livre para download no Google Play. Neste momento, alguns smartphones não suportam a tecnologia. No site do projeto está uma lista de dispositivos que aceitam o software.

Boas práticas

Foi prorrogado o prazo de inscrição para o Prêmio ANA 2017. Trata-se de um pleito que tem o objetivo de reconhecer trabalhos que contribuem para a gestão e o uso sustentável dos recursos hídricos do país. Em sua 6ª edição, o concurso também busca identificar ações que estimulem o combate à poluição e ao desperdício, além de apontar caminhos para assegurar água de boa qualidade e em quantidade suficiente para o desenvolvimento das atuais e futuras gerações. Os interessados têm agora até o dia 30 de junho para participar.  Há nove categorias em disputa: Empresas de Micro e Pequeno Porte; Empresas de Médio e Grande Porte; Ensino; Governo; Imprensa – Impressos e Sites; Imprensa – Rádio; Imprensa – TV; Organizações Civis; e Pesquisa e Inovação Tecnológica.

As inscrições podem ser realizadas por meio do hotsite do Prêmio ANA (premio.ana.gov.br). Cada participante pode inscrever mais de uma iniciativa. Além disso, poderão ser apresentados trabalhos indicados por terceiros, desde que acompanhados de declaração assinada pelo indicado, concordando com a indicação e com o regulamento da premiação.

O Prêmio ANA 2017 terá uma Comissão Julgadora composta por membros externos à Agência e com notório saber na área de recursos hídricos, meio ambiente ou Jornalismo. Um representante da ANA presidirá o grupo, mas sem direito a voto. Os critérios de avaliação dos trabalhos levarão em consideração os seguintes aspectos: efetividade, impactos social e ambiental, potencial de difusão, adesão social, originalidade e sustentabilidade financeira (se aplicável). Para as categorias de imprensa, os critérios serão adaptados ao contexto jornalístico e a sustentabilidade financeira não será considerada.

A Comissão Julgadora selecionará três iniciativas finalistas e a vencedora de cada uma das nove categorias. Os vencedores serão conhecidos em solenidade de premiação marcada para 6 de dezembro de 2017 em local a ser definido. Os nove vencedores receberão um Troféu Prêmio ANA. Além disso, ganharão uma viagem para poderem apresentar seus trabalhos durante o 8º Fórum Mundial da Água – maior evento do mundo sobre recursos hídricos –, que acontecerá em Brasília de 18 a 23 de março de 2018.

Governança da internet

Quer saber mais sobre governança da internet? Eis uma boa oportunidade: a Escola de Governança da Internet, iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), está com inscrições abertas para a 4ª turma do curso intensivo que oferece sobre o tema. São 50 horas dedicadas ao debate de assuntos que demandam atenção da sociedade brasileira e mundial como proteção de dados pessoais, algoritmos, blockchain, criptografia e Internet das Coisas. Os interessados em aprofundar o conhecimento sobre esses e outros temas devem se inscrever até 25 de junho no portal da EGI: http://egi.nic.br/.

“Desde 2014, o CGI.br promove o Curso Intensivo da EGI, que é uma referência no País. A EGI criou um espaço de interlocução e construção de conhecimento sobre governança da Internet. É nossa responsabilidade manter esse espaço e ampliar a participação da sociedade no debate. Com um corpo docente formado por profissionais e acadêmicos reconhecidos em suas áreas de atuação, o curso prima pelo cuidado e qualidade dos temas abordados. A cada ano temos a oportunidade de aprimorar essa experiência e aprofundar o debate sobre temas emergentes relacionados ao uso da Internet em um ambiente multissetorial”, considera Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br e diretor da EGI.

As aulas acontecerão de 20 a 25 de agosto, em São Paulo. O curso, que é gratuito, tem o objetivo de capacitar gestores públicos, formuladores de políticas públicas, empresários, pesquisadores, acadêmicos, representantes da comunidade técnica, de organizações da sociedade civil e demais interessados sobre o funcionamento e a governança da Internet. Para participar do processo seletivo é necessário preencher o formulário, enviar currículo e produzir um texto sobre temas relacionados à Governança da Internet dentro da área de atuação do candidato. Detalhes adicionais em: http://egi.nic.br/curso-intensivo-egi/.

Ansiedade matemática

Por Marcelo Viana
Matemático e diretor-geral do Impa, é ganhador do Prêmio Louis D., do Institut de France.
Texto originalmente publicado no Jornal Folha de S. Paulo

Um amigo chamou minha atenção para artigo recente no “The New York Times” sobre “ansiedade matemática. Eu não conhecia o conceito, mas me parece bastante respeitável. Seu estudo remonta aos anos 1970 e continua muito ativo, envolvendo pessoas e instituições sérias. No mínimo, conduz a algumas conclusões saudáveis, que é bom conhecermos. Estou habituado a que as pessoas reajam com muita apreensão à simples menção da palavra “matemática”. O mais recente foi um taxista simpático, ex-professor de português, que, ao descobrir o que eu faço, apressou-se a dizer “eu nunca tive cabeça para números”. Será que alguém diz “eu nunca tive cabeça para leitura”?!

A apreensão que muita gente demonstra em relação à matemática pode bloquear o raciocínio, impedindo de realizar todo o seu potencial. E é diferente de um simples nervosismo: observações já detectaram acelerações do ritmo cardíaco durante provas de matemática que não existem para outras matérias. Os psicólogos criaram um procedimento padrão para determinar o índice de ansiedade matemática, a partir das respostas a uma lista de perguntas. O resultado é um número inteiro de 9 (nenhuma ansiedade) a 45 (nossa!!!). Se quiser, pode medir o seu: não demora nem um minuto e deve mais útil do que a maioria dos questionários de autoconhecimento que encontramos na internet.

Em estudo recente, psicólogos da Universidade de Chicago e da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) analisaram os dados da prova 2012 do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que avalia o desempenho de estudantes de 15 anos de mais de 60 países, inclusive o Brasil. Constataram que as notas estão fortemente relacionadas com os respectivos índices de ansiedade matemática. Numa ponta do gráfico estão países como a Holanda, Finlândia e Dinamarca, com os menores índices de ansiedade, e ótimas notas. Na outra ponta, Tailândia, Argentina e Brasil, com os maiores índices de ansiedade, e notas ruins.

É verdade que os alunos dos países asiáticos, campeões em desempenho, apresentam índices de ansiedade relativamente altos, talvez por razões culturais. Mas também dentro desse grupo vale a regra de que quanto maior a ansiedade matemática, pior a nota. Aliás, o efeito nocivo da ansiedade matemática é ainda mais significativo entre os melhores alunos. E o estudo também detecta outro impacto negativo, na direção contrária: baixo desempenho na disciplina também gera mais ansiedade matemática.

Não é fácil dizer o que está na origem desse círculo vicioso. Uma parte do problema é que muita gente acredita que não tem “cabeça para números” e não há nada que possa ser feito. E a ideia generalizada, e estapafúrdia, de que “a matemática é para gênios” só agrava o problema. A par de questões culturais como esta, que afetam todos os grupos humanos em praticamente todos os países, existem fatores de natureza mais específica.

Um deles é a experiência escolar, evidentemente. Quase todas as pessoas entrevistadas com altos índices de ansiedade remontam o seu problema a experiências penosas e métodos didáticos obsoletos na sala de aula. E diversos estudos indicam que, frequentemente, professores da disciplina transmitem sua própria ansiedade matemática aos alunos. Ao que parece, o efeito é ainda mais perverso entre as alunas. As mulheres apresentam índices mais elevados de ansiedade matemática do que os homens, em média. E há razões para crer que ao menos parte disso seja o efeito de professoras que, sofrendo elas mesmas de ansiedade, contribuem para perpetuar o mito de que meninas têm menos “cabeça para os números”.

Nos Estados Unidos, onde existem escolas unissexo, há relatos de que o problema seria menor em estabelecimentos exclusivamente femininos: na ausência de competição com os rapazes, as meninas teriam menos ansiedade matemática e melhor desempenho. Mas essa interpretação é controversa, porque existem outros fatores: por exemplo, essas alunas tendem a desfrutar de condições socioeconômicas acima da média.

Outro fator crucial é ambiente familiar. O potencial da família costuma ser muito subestimado, especialmente no que tange à matemática: acredito que sejam muito mais os pais que leem para seus filhos, e incentivam a leitura, do que aqueles que tiram proveito de situações do cotidiano para introduzir conceitos básicos da matemática, tais como forma, ordem ou probabilidade. A influência familiar pode ser negativa: estudos também mostram que a ansiedade matemática pode ser transmitida de pais para filhos, por exemplo, quando progenitores devotados, mas estressados, se esforçam demais para ajudar as crianças na lição de casa. No entanto é um fato bem estabelecido que a matemática aprendida em casa nos primeiros anos de vida tem um efeito muito salutar na trajetória escolar da criança.

O segredo é não permitir que a sua própria ansiedade contamine a interação matemática com a criança, fazer com que a interação ocorra naturalmente e de forma lúdica. Inclusive, hoje em dia existe muito material –livros, jogos e até aplicativos– que ajudam os pais nessa tarefa. Então, que tal começar a alternar Chapeuzinho Vermelho com um pouco de “matemática para acalmar e ter sonhos felizes”?

Educação Financeira

Com o intuito de ressaltar a importância do orçamento doméstico para o indivíduo, sua família e a sociedade, contribuindo para a promoção de mudança de atitudes e comportamento em face das decisões de consumo, que têm impacto em sua poupança e investimentos, a Comissão de Valores Mobiliários lançou a 3ª Edição do Concurso Cultural CVM “Meu pé-de-meia”. O objetivo é a produção de conteúdos que contenham histórias reais ou ficcionais, ideias, slogans, planos e objetivos pessoais e/ou familiares, bem como outras informações, em posts e vídeos com uma abordagem leve, descontraída, cômica, inovadora, criativa ou, mesmo, inusitada, e que tratem de situações ligadas ao tema do Concurso, que em 2017 é A Educação Financeira transformando seu sonho em realidade. Podem participar jovens de até 21 anos.

Personalidades e pessoas físicas e jurídicas poderão manifestar apoio voluntário e gratuito à iniciativa, estimulando-se que atuem como embaixadores da causa da educação financeira.
Os vencedores serão premiados pelo Instituto Educacional BM&FBOVESPA com iPads Air e Mini e iPods. Para participar, o interessado deverá enviar a sua proposta de vídeo e/ou post por mensagem inbox para a página da CVM Educacional no Facebook seguindo as regras do Regulamento. Os vídeos e posts que respeitarem todas as condições do Regulamento serão publicados na fanpage da CVM Educacional no próprio Facebook e estarão, a partir daí, concorrendo ao prêmio. As inscrições serão recebidas até o dia 13 de outubro.

Leia aqui o regulamento

Os vinte posts e os quinze vídeos que receberem o maior número de curtidas e compartilhamentos durante o período estabelecido no Regulamento serão classificados para a fase final. Nessa etapa, serão escolhidos os três primeiros colocados de cada categoria (vídeo e post) por uma Comissão Julgadora formada especialmente para o concurso.

Empoderamento jovem

O Departamento Nacional do Serviço Social da Indústria (SESI) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em parceria com a Unesco no Brasil, acabam de lançar o Projeto Educação Livre – Aprendizagem Digital para Inclusão no Mundo do Trabalho. Trata-se de uma plataforma que oferece conteúdos digitais, onde o jovem pode estudar sozinho. O foco são as habilidades pessoais, socioemocionais e competências básicas em língua portuguesa e matemática. Os materiais disponibilizados fazem uma conexão direta com a vida real e o mundo do trabalho.

O conteúdo EduLivre é desenvolvido e selecionado com base na abordagem de microaprendizagem, em uma linguagem direcionada ao jovem – direta e divertida. Os atores Leônidas Fontes e Saulo Pinheiro, da Cia. de Comédia SeteBelos, assinam alguns vídeos da plataforma. O projeto tem como premissa dar autonomia ao jovem na jornada da aprendizagem e considera estratégica a questão do engajamento e uso da plataforma. Para isso usa uma metodologia de engajamento presencial, desenvolvida e vivenciada com jovens. Mais de cinco mil jovens já usaram e ajudaram a construir a plataforma EduLivre. O EduLivre também está formando uma rede de voluntariado e de empresas parceiras, entre elas o Instituto Alpargatas, Instituto Votorantim, ONG Ponto Cidadão (PE) e ONG Dom Bosco (PE). Há também parcerias com a Secretaria do Trabalho, em Carpina (PE) e com a secretaria da Criança e do Adolescente, em Brasília (DF).

Acesse e conheça o projeto aqui

Escrever para criança

Como escrever roteiro audiovisual para criança? Para que tipo de crianças? Como encantá-las? Para tentar responder estas e outras perguntas, a roteirista Gabriella Mancini vai ministrar um pequeno curso nos dias 1 e 2 de julho, no Cinema do CIC, em Florianópolis. O módulo faz parte da 16ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, que seguirá até o dia 9 do mesmo mês. Voltado para realizadores, o workshop vai abordar as especificidades do diálogo com a criança na produção de audiovisuais para infância. As inscrições serão recebidas até o dia 25 de junho. São oferecidas quinze vagas, caso haja uma procura maior, os inscritos serão selecionados pelo currículo.

As inscrições podem ser feitas aqui

O curso perpassa os gêneros animação, ficção e documentário, assim como as principais etapas do processo criativo. A ministrante explica que ainda há pouca formação e bibliografia em português sobre filmes para o universo infanto-juvenil. O curso busca suprir essa lacuna e atender à demanda diante de uma crescente valorização da infância, com a abertura de espaços em editais, produção de filmes com mais qualidade e aumento do interesse de produtores.

A ideia é compartilhar aprendizados da roteirista e seu interesse prioritário pela infância. Gabriella é roteirista de cinema e TV. Desde 2012, é coordenadora de roteiros na Conspiração Filmes (RJ), onde desenvolve projetos de animação e ficção para crianças. Já atuou em projetos de musicalização infantil, como professora, contadora de estórias e jornalista de editorias voltadas à infância. No workshop, os realizadores vão receber noções de como criar empatia com esse público e propor temas que estabeleçam conexões de acordo com a idade de cada criança.

“Um bom filme para criança a coloca em primeiro plano, trazendo o olhar dela que é a fonte mais maravilhosa. Precisamos de produções que valorizem seu saber e não desperdicem sua curiosidade. As crianças são mais requintadas que os adultos, têm uma sensibilidade à flor da pele, por isso são ávidas por saberes, cultura e arte. A linguagem criança é a poesia. É errônea a ideia de que criança gosta de qualquer coisa”, argumenta a ministrante.

Livro vivo na TV

Uma boa pedida. Acaba de estrear, no canal on demand Philos, a série Livro Vivo, coproduzida pela Cine Group. A obra apresenta a historiadora Heloisa Starling e a antropóloga Lilia Moritz Schwarcz. Juntas, elas falam sobre o livro Brasil: uma biografia, de Lilia.  A obra aborda o cotidiano, a expressão artística e a cultura, as minorias, os ciclos econômicos e os conflitos sociais desses mais de 500 anos de Brasil. Para dar conta de um livro tão vasto, a série “Livro Vivo” traz as escritoras em quatro episódios, gravados no Centro Cultural da Justiça Eleitoral (Rio de Janeiro) com cenário de Gringo Cardia.

O primeiro episódio, “Uma terra chamada Brasil”, começa falando do Brasil antes de ser Brasil. As escritoras comentam temas que vão da escravidão à luta pela liberdade. “Uma monarquia tropical e bem no meio das Américas”, segundo episódio, vai de 1808 a 1841. As convidadas contam detalhes da vinda de D. João para o Brasil e a instalação da monarquia nos trópicos. O capítulo seguinte, “Projetos para o Brasil: de D. Pedro II a Getúlio Vargas”, foca na formação de dois projetos nacionais, até 1954. Entre os assuntos comentados estão a Guerra do Paraguai, abolição e República. As várias facetas do presidente Getúlio Vargas e a Era Vargas também são retratadas. Para fechar a primeira temporada, “Livro Vivo” apresenta o episódio “No fio da navalha: democracia, ditadura e os impasses do Brasil contemporâneo” que vai até os principais acontecimentos de 2016. Da ditadura à democracia, abordando os anos de JK, o Golpe Militar e a Ditadura, além da Nova República e os novos caminhos da cidadania.

A segunda temporada está prevista para o segundo semestre deste ano, com as participações de Heloísa Buarque de Hollanda (“Cultura em Transe” e “Os Marginais”), Ricardo Abramovay (“Muito Além da Economia Verde”), Beatriz Resende (“Lima Barreto e o Rio em Fragmentos”) e Miriam Goldenberg (“A Bela Velhice”).

Filmambiente

Num tempo em que as opiniões públicas e pessoais se baseiam cada vez mais em imagens, filmes e vídeos são instrumentos que comunicam imediata e eficazmente, encorajando pessoas a refletir, discutir e, possivelmente, inspirando-as a mudar de comportamento.

Filmes podem iniciar e reforçar modismos e estilos de vida. Nenhum outro meio é tão eficaz para demonstrar como vivemos nossas vidas. E nenhum outro meio pode ser tão eficaz para difundir modelos de viver sustentáveis que possibilitem um futuro melhor para a humanidade.

Baseado nisto, foi criado o festival Filmambiente. Anualmente, são apresentados filmes com visões diferenciadas e experiências de diversas partes do mundo sobre questões ambientais e de sustentabilidade, traçando um panorama do pensamento mundial sobre as mesmas, de modo a inspirar e motivar pessoas a mudar seus estilos de vida e influir para que sua comunidade e país sigam o mesmo caminho. A Filmambiente quer ampliar a visibilidade das questões ambientais, tornando-as cotidianas na vida de todos.

O 7º Filmambiente acontece no Rio de Janeiro, de 14 a 20 setembro de 2017, e em Brasília, de 15 a 21 de março de 2018, concomitante ao Fórum Mundial da Água. Clique aqui e conheça.