Vídeos para compartilhar

Você fala sobre meio ambiente e sustentabilidade com seu filho? Foi querendo facilitar o entendimento desses assuntos para as crianças que a Representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), com a parceria dos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Educação (MEC), lançou oito vídeos explicativos sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O material que é apresentado por crianças fala sobre a Fome e Agricultura Sustentável, Saúde e Bem-Estar, Educação de Qualidade, Água Potável e Saneamento, Cidades e Comunidades Sustentáveis, Consumo e Produção Responsáveis, Ação contra a Mudança Global do Clima e Vida na Água e Vida Terrestre. Os vídeos têm curta duração, de 4 a 10 minutos, e são voltados para estudantes de 7 a 11 anos, do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.

Disponível para os educadores do ensino fundamental de todo o país, a ideia é aumentar a conscientização da comunidade escolar sobre a importância da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) e incluir questões de desenvolvimento sustentável no ensino e na aprendizagem.

Abordando essas questões, crianças e jovens são estimulados a serem pessoas responsáveis que respeitam o meio ambiente e contribuem para um mundo mais sustentável.

A diretora do Departamento de Produção e Consumo Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Raquel Breda, destacou que o material disponibilizado explica de forma didática os objetivos com foco na conscientização da comunidade escolar sobre a temática.

“Os vídeos vão ajudar a traduzir para as crianças o que significam os objetivos e metas de desenvolvimento sustentável na vida prática, mostrando como elas podem contribuir, assim como os professores, os gestores públicos”, ressaltou Raquel. As crianças vão saber que cada ator tem um papel e precisam entender qual é esse papel dentro de um conjunto de ações para ajudar o país e o mundo inteiro a alcançarem esses objetivos”, acrescentou.

Os vídeos podem ser encontrados no YouTube, canal da UNESCO no Brasil. Confira aqui.

Anima Mundi: ainda dá tempo

Já começou a 25ª edição do maior festival internacional de animação da América Latina: O Festival Internacional de Animação do Brasil, o Anima Mundi. Na bagagem: mais de 9 mil filmes de 70 países já foram exibidos para um milhão e 200 pessoas. Como de praxe, o festival conta, mais uma vez, com convidados internacionais, oficinas, cursos, bate-papos e uma programação com 470 títulos, de 45 países, entre eles 70 brasileiros. A versão carioca vai até o dia 23 de julho. E em Sampa, de 26 a 30 de julho. Portanto, ainda dá tempo de participar.

confira a programação completa

Além dos filmes, é imperdível o Anima Forum. Duas mesas redondas irão abordar temas sobre o financiamento para a produção audiovisual. Uma abordando os mecanismos de financiamento da animação e outra que apresentará casos de Branded Content e as alternativas de se financiar os conteúdos animados

Além disso, será lançado o Manual do Audiovisual, um importante instrumento para entender as nuances do patrocínio e financiamento de produções audiovisuais. As artes do ofício também estão marcando presença em várias atividades deste ano. Desde o processo criativo de uma das mais famosas aberturas animadas da história – a da série Game of Thrones – durante a Masterclass com Robert Feng, até a mente por trás de uma das séries brasileiras mais bem-sucedidas – “O Irmão do Jorel” – na palestra “Da criação à exibição: Uma Jornada Brutal”, oferecendo um banquete de atrações irresistíveis para quem ama e vive de animação. Dentro do espírito da recém-criada parceria entre o Anima Forum e o BIG – Brazil’s Independent Games Festival, visando promover a integração destas duas forças da indústria criativa brasileira e a valorização de nossas propriedades intelectuais, duas mesas vão abordar a simbiose criativa entre as produções de games e animação.

A oportunidade também é imperdível para quem tem projetos de séries, longas e outros formatos comerciais de animação: o Anima Coaching estará à sua espera com a presença de oito consultores dispostos a analisar e aperfeiçoar seu projeto. E mais, os projetos voltam a concorrer ao Prêmio Supercoaching, atribuído àquele que mais se destacar no Coaching

Qual é o seu projeto?

Com o título “Meus avós são estrelas”, Maria Áurea, professora do 1º ano do Ensino Fundamental, do Centro de Educação Infantil Nicolas Quagliariello Vêncio, em Palmas, Tocantins, foi uma das premiadas na 8ª edição do Prêmio Professores do Brasil.

Maria trabalhava com a turma de 14 alunos o conteúdo do livro Flicts, de Ziraldo, em sala, quando a figura do escritor de cabelo branco chamou atenção das crianças. Elas perguntaram à professora se ele era “velhinho” e logo fizeram associação com seus avós.

Foi aí que Maria decidiu falar sobre a terceira idade. Ela apresentou dois livros aos alunos: “Quero ter avós!”, de Silmara Rascalha Casade, e “O menino, seu avô e a árvore da vida”, de José Bortolini. O universo das pessoas mais velhas foi tomando conta da sala de aula. Fotos e objetos antigos levados de casa decoraram a sala. Crianças e avós compartilharam conhecimentos na escola, pois eles foram convidados a participar de atividades, como aula de culinária, confecção de brinquedos e plantio de horta medicinal.

Maria Áurea e os alunos reuniram todo o material produzido no ano de 2013 na revista “Meus avós são estrelas” e autografaram os exemplares, oferecidos aos pais.

Bem legal, não é mesmo? Pois bem, a experiência da professora Maria Áurea foi reconhecida e ela foi uma das ganhadoras do Prêmio Professores do Brasil, uma iniciativa, criada em 2005, pelo Ministério da Educação.

Neste ano, o prêmio chega na 10ª edição. Os professores interessados têm até o dia 25 de agosto para inscreverem seus projetos. O Prêmio objetiva reconhecer o mérito de professores pela contribuição dada à melhoria da qualidade da Educação Básica por meio do desenvolvimento de experiências pedagógicas bem-sucedidas.

Para conferir mais professores premiados clique aqui

Embaixadores da leitura

Você conhece o projeto “Embaixadores da Leitura”? Ele reúne e divulga ações em prol da leitura. O projeto foi lançado pela Guten News, que já trabalha há cerca de quatro anos em parceria com educadores para ajudar a difundir o hábito da leitura entre crianças e jovens. O objetivo agora é dar mais ênfase para outros grupos e indivíduos que promovem ações em prol da leitura, não necessariamente no âmbito escolar, mas, sim, em vários ambientes, para públicos diferentes, das mais diversas formas.

Entre no site e conheça mais sobre o projeto 

 

Kits de audiovisual

Programa OIhar Brasil com o projeto Núcleos de Produção Digital (NPDs) foi relançado na última sexta-feira pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv). Esse projeto consiste na entrega de kits com equipamentos de produção audiovisual nas diversas regiões do país.

Para João Batista da Silva, diretor do Departamento de Políticas Audiovisuais e Secretário substituto da SAv, o projeto tem uma relação íntima com a educação e o audiovisual e torna uma ferramenta de mobilização do próprio estudante.

O programa é uma política pública de formação, produção, difusão e regionalização do audiovisual.

Serão entregues, até o final do ano, mais 16 núcleos em cidades que serão definidas pela SAv. O primeiro NPD foi entregue para a Secretaria de Cultura do Amapá.

Os Núcleos de Produção Digital estão presentes em 23 Unidades da Federação, num total de mais de 30 núcleos em todo o Brasil. Os equipamentos novos adquiridos pelo Minc estão armazenados no Centro Técnico do Audiovisual (CTAv), unidade do Ministério da Cultura.

Educação ambiental em foco

O Brasil está participando do 4º Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, na cidade de Santo Antônio, Ilha do Príncipe, em São Tomé e Príncipe. Nele, as ações brasileiras de educação na área ambiental estão sendo apresentadas à comunidade internacional.

Com o tema “A terra é uma Ilha”, o congresso, que vai até quinta-feira, tem como objetivo promover a divulgação de projetos de investigação científica, a troca de experiências pedagógicas, a partilha de projetos comunitários e o reforço das redes nas áreas da educação ambiental, cooperação e desenvolvimento.

Para Renata Maranhão, representante do Brasil no Congresso e diretora de Educação Ambiental do MMA, o evento propicia a criação de um plano de ação e de estratégias conjuntas para fortalecer a educação ambiental nas comunidades lusófonas.

Portugal participa com 54 delegados, seguido pelo Brasil, com 20, Guiné-Bissau, com 14, Angola e Galiza com seis, Moçambique, com 5, Cabo Verde, com 4, Timor Leste, com 3, o país anfitrião com 148 (São Tomé 52, Príncipe 96) e um delegado representante do México.

Haverá também a integração entre os envolvidos que atuam com o tema nas comunidades falantes da língua portuguesa, com capacitação nas áreas de responsabilidade ambiental e de justiça social.

Além disso, o congresso vai reforçar o papel político da educação ambiental, considerando o ambiente como chaves para promover novas formas de governança em diferentes tipos de organizações políticas e da sociedade civil por meio de metodologias participativas e de decisão democrática.

Para acessar a programação clique aqui

Novidade no Facebook

#Educa é a nova série da MultiRio. A grande novidade é que ela será transmitida ao vivo através do Facebook da empresa. A websérie vai ao ar as terças e quintas-feiras, às 12:30. Professores, alunos, especialistas e o público em geral estarão conectados com assuntos do cotidiano escolar, como a infância, avaliações, bullying e mediação de conflitos, com experiências da Rede Pública Municipal de Ensino do Rio de Janeiro.

Os internautas vão poder colocar comentários, fazer perguntas e tirar dúvidas durante todo o programa, que tem duração de 20 minutos. #Educa, que será apresentado pela jornalista Flávia Lobo, conta a presença de um convidado, professor ou especialista, para um bate-papo sobre o tema do dia falando sobre sua experiência e interagindo com os espectadores.

A professora Laziene Mello, coordenadora pedagógica da Escola Municipal Prefeito Juarez Antunes, em Bangu, zona Oeste do Rio, será a convidada de quinta-feira. Ela fala sobre o Papo Aberto, proposta de debate entre os alunos que vem ajudando a escola na mediação de conflitos.

Além de ser um espaço para a Educação carioca, #Educa busca compartilhar conhecimentos e práticas pedagógicas que podem inspirar escolas em diversos contextos.

Página da MultiRio no Facebook: www.facebook.com/MultiRio

Vídeo estudantil em debate

Por Luanna Tavares

Com o intuito de tirar dúvidas de diversos professores sobre a produção de vídeo no processo educacional e de que forma realizá-la, vem aí o II Congresso Brasileiro de Produção de Vídeo Estudantil. O evento será realizado nos dias 16,17 e 18 de novembro na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Para o professor Josias Pereira, coordenador do Projeto de Extensão Produção de Vídeo Estudantil, da Universidade Federal de Pelotas, o congresso é fundamental pois reúne professores e pesquisadores em torno do tema.

Confira a entrevista concedida pelo coordenador à revistapontocom

revistapontocom – O que esperar do II Congresso Brasileiro de Produção de Vídeo Estudantil?
Josias Pereira – Esperamos que o congresso cumpra seu papel de levantar o debate sobre essa ação realizada por professores e alunos dentro do espaço escolar. Temos pesquisadores de diversos níveis analisando essa ação desde o processo de aprendizagem, a relação professor x aluno, uso de semiótica, neurociência, entre outras áreas do conhecimento. Além disso, existe o debate de como realizar essa ação dentro do espaço escolar dividindo as gravações com o conteúdo da disciplina. Algumas escolas criaram cineclubes e incentivam alunos a participarem. Mas há várias dúvidas no dia a dia. Acredito que o papel da universidade enquanto espaço de pesquisa é justamente analisar questões levantadas por professores e realizar estudos para compreender essa ação que é nova dentro do espaço escolar.

revistapontocom
– Quem pode participar? E como?
Josias Pereira – Podem participar do congresso professores de quaisquer níveis, desde pós-doutorado até educação infantil. Acho que essa ação é inédita, pois geralmente os congressos dão ênfase a mestrandos, doutorandos e pesquisadores. Estamos valorizando a outra ponta, quem realmente está dentro de sala de aula fazendo vídeo estudantil. É interessante que o professor da Educação Básica participe do congresso e debata com seus pares. A inscrição pode ser feita até o dia 31 de agosto. Informação no site http://videoestudantil.com.br/.

revistapontocom – Qual é a importância da produção audiovisual nas escolas?
Josias Pereira – Pesquisas de diversos níveis revelam que a produção de vídeo contribui com duas ações: uma é a relação professor e aluno e a outra é a melhora nas notas dos alunos, que iniciam a produção de vídeo. A causa? Dentre várias, aponto a autoestima. Tenho orientado algumas pesquisas de graduação e pós-graduação sobre esse tema. Uma delas, de um professor da cidade de Campo Bom, Jorge Coelho, analisou uma turma antes e depois da produção audiovisual. A pesquisa apontou como a turma melhorou suas ações.

revistapontocom – Que tipo de conhecimento o cinema pode provocar nos jovens?
Josias Pereira – O cinema é uma área do conhecimento que já nasceu com o apoio de diversas áreas, desde a tecnológica, química, física, dentre outras. Percebemos que essa ação que o cinema faz de um recorte transversal em diversas áreas continua até hoje. Destaco que na produção de vídeo estudantil duas áreas do conhecimento e especificamente duas teorias estão contribuindo para um entendimento sobre essa ação e o motivo do professor realizar vídeo dentro do espaço escolar. Uma é a semiótica, principalmente a greimasiana, que vai trabalhar a ideia da significação e como é criado no aluno o significado (subjetivo); e a outra explica melhor todas as ações docentes na produção de vídeo nas escolas: a neurociência e todas suas descobertas, pois a memória é ativada pela emoção, sendo assim fazer vídeo e mesmo ver vídeo pode contribuir dentro do espaço emocional, pois ajuda a ativar essa emoção de diversas maneiras.

Educação – sessão especial

Educadores e professores que participam do Projeto Cineclube nas Escolas conferiram, na semana passada, o documentário “Educação”, de Isaac Pipano e Cezar Migliorin. A exibição aconteceu no Cineclube Silvio Tendler – Escola de Formação do Professor Carioca – Paulo Freire, no Centro do Rio. O filme discute caminhos e possibilidades para as políticas públicas de educação no país.

De acordo com os diretores/professores, o longa produz associações e reflexões que colocam o espectador no centro das disputas, poderes, discursos e resistências que atravessam a educação, mas sobretudo a escola, fazendo com que, ao assistir, o público transite entre formas discursivas variadas. “Educação” é um mapa de uma disputa por corpos, verbas e formas de vida que acontece em torno da educação do Brasil.

Pipano conta que a ideia de produzir o filme surgiu de uma pesquisa que estava sendo feita por ele e por Migliorin. A partir daí, buscaram entrevistar e conversar com personalidades que, de certa forma, tinham/têm relevância na política, no mundo das artes e da comunicação. O documentário conta com participações de José Wilker, Aloízio Mercadante, Jorge Dória, Luciano Huck, Mario Sérgio Cortella, Índio da Costa e a ex-presidente da República, Dilma Rousseff.

Nos 50 minutos da obra, a educação ocupa o centro das atenções, onde todos, sem exceção, destacam a sua importância para os brasileiros. Um dos enfoques é o uso da tecnologia na sala de aula. “Para que essa velocidade está servindo? A educação e a escola não têm obrigatoriedade de estar no século XXI, mas, sim, devem estar em todos os séculos”, destacou Migliorin. Para os diretores, o filme quer gerar problematizações e reflexões.

Garanta seu ingresso

Os ingressos para a XVIII Bienal Internacional do Livro Rio já estão à venda. As entradas podem ser adquiridas no site do evento.  Têm direito a gratuidade crianças com menos de um metro de altura, autores (mediante apresentação do livro de autoria própria), professores de escolas ou universidades das redes pública e particular e profissionais de bibliotecas (devidamente identificados). O maior encontro literário do país, que acontecerá entre os dias 31 de agosto e 10 de setembro, no Riocentro, vai homenagear a literatura nacional e reunir o maior número de autores brasileiros de todos os tempos.

Como de praxe, a Bienal será recheada de debates e bate-papos sobre os mais variados temas com a participação de personalidades e escritores nacionais e internacionais. Nomes como Frei Betto, Mauricio de Sousa, Aarão Reis, Ana Maria Machado, Heloisa Seixas, Thalita Rebouças e Mario Sérgio Cortella estão confirmados. Entre os estrangeiros, já são 11 nomes entre best-sellers e autores premiados como Paula Hawkins (“A garota do trem”), Karin Slaughter (“Cega”), Victoria Schwab (“Um tom mais escuro de magia”), Sofia da Silva (“Quebrados”), Abbi Glines “(Rosemary Beach”), Gayle Forman (“Se eu ficar”), Leisa Rayven (“Coração perverso”), Carl Hart (“Um preço muito alto”), Nuccio Ordine (“A utilidade do inútil”), Pepetela (“A geração da utopia”) e Charles Duhigg (“O Poder do hábito”).

A novidade desta edição é o espaço Geek & Quadrinhos. Serão apresentadas atrações e conteúdo relacionados a filmes, séries de TV, ficção, jogos eletrônicos e de tabuleiro, RPG e, claro, quadrinhos.

Serviço
Evento: XVIII Bienal Internacional do Livro
Data: De 31 de agosto a 10 de setembro
Local: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca
Ingresso: R$ 24 (inteira) R$ 12 (meia-entrada)

Baía na berlinda

Com informações do Museu do Amanhã

Uma das maiores baías do litoral brasileiro será tema de uma série de discussões a partir de julho, no Museu do Amanhã. O seminário A Baía do Amanhã convida você a debater os desafios e propostas para avançar no saneamento dos municípios do entorno da Guanabara. O primeiro encontro, uma parceria do Museu do Amanhã com a Secretaria Estadual do Ambiente (SEA), ocorre em 21 de julho, das 9h às 17h, com a apresentação, em primeira mão, do plano de recuperação e do boletim de saúde ambiental da Baía de Guanabara, com informações que permitam ao público ter um entendimento claro da situação atual daquele ecossistema. Outros debates estão agendados para setembro e novembro.

Clique aqui e faça sua inscrição.

Com A Baía do Amanhã, o Museu se posiciona como um centro de debates e monitoramento da Guanabara. Com cerca de 9 milhões de pessoas vivendo em seu entorno, a Baía de Guanabara, onde inclusive está o Museu do Amanhã, vem sofrendo há décadas com o despejo de esgoto e poluição industrial e de atividades ligadas à exploração de petróleo.

“Organizamos a série de encontros de forma a trazer contextos que possam facilitar a compreensão do público, que deve ser cada vez mais envolvido com as discussões sobre a baía”, afirma Leonardo Menezes, gerente de Conteúdo e do Observatório do Amanhã.

No dia 21 de julho será apresentado, no auditório, o resultado de ações da Cooperação Técnica para o Fortalecimento da Governança e da Gestão da Baía de Guanabara: o Plano de Recuperação da Baía, conduzido pela consultoria KCI Technologies; o Boletim de Saúde Ambiental da Baía, elaborado pela Universidade de Maryland; e a Proposta de Modelo de Governança para a Baía, desenvolvida pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS). Além disso, será apresentada uma plataforma digital, com todas as informações atualizadas sobre a Guanabara. Os trabalhos foram financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O Plano de Recuperação é o desfecho de consulta pública que ocorreu no Museu do Amanhã em dia 29 de abril de 2016, conduzida pela consultoria KCI Technologies. A segunda consulta ocorreu em Niterói, em junho de 2016.

Inovação na escola

O Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), associação sem fins lucrativos criada para impulsionar uma transformação sistêmica através da inovação e tecnologia, possui uma série de documentos que contém discussões objetivas sobre temas atuais relacionados à inovação na educação pública brasileira. Inovação que está ligada à chegada da internet e das novas formas de ensinar e aprender.

No CIEB Notas Técnicas foi disponibilizado o documento “Orientações para seleção e avaliação de conteúdos digitais”. O texto traz nove dicas para professores e escolas escolherem recursos digitais educacionais (REDs). Para orientar a escolha e a avaliação, o CIEB sistematizou os principais métodos e ferramentas utilizadas em países como Inglaterra, Noruega, Canadá e Chile.

Por não exigir conhecimentos especializados sobre tecnologia ou processos complexos de análise e avaliação dos REDs, qualquer pessoa pode usar. O objetivo é definir parâmetros simples e rápidos.  O documento também reforça que professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramentas mais relevantes para seus alunos, que devem  estar alinhados aos objetivos de aprendizagem previstos no currículo.

Leia o documento na íntegra.

Energia fotovoltaica

Nos dias 5 e 6 de julho acontece, no Rio, a segunda edição do Brasil Solar Power. O evento é considerado o principal no setor de fonte solar fotovoltaica no país. E o que é energia fotovoltaica? É um sistema de energia elétrica, que gera energia limpa e renovável, produzida a partir de luz solar, e pode ser produzida mesmo em dias nublados ou chuvosos. No entanto, quanto maior for a radiação solar maior será a quantidade de eletricidade produzida. O futuro da fonte no país será debatido durante os dois dias de evento, que contará também com uma feira reunindo os maiores players da energia solar fotovoltaica no Brasil. Além disso, o público poderá participar de workshops.

Representantes do governo foram convidados para fazer a abertura da segunda edição do Brasil Solar Power. São eles: Nelson Colaferro, presidente do conselho de administração da Absolar; e Rodrigo Ferreira, presidente do Grupo CanalEnergia. Participar do Brasil Solar Power é indispensável para profissionais do setor (engenheiros, técnicos etc.), arquitetos, clientes finais (residenciais, comerciais e industriais), estudantes, além de executivos de empresas inseridas na cadeia da energia solar fotovoltaica.

Serviço
Evento: Brasil Solar Power – 2ª edição
Data: 5 e 6 de julho de 2017
Local: Centro de Convenção Sul América, na Cidade Nova
Mais Informações: www.brasilsolarpower.com.br

Celebração

No dia 10 de julho, o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) completa 28 anos. É o mais antigo fundo ambiental da América Latina. Criado pela lei n°7.797 de 10 de julho de 1989, ele é uma unidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA). A unidade tem como objetivo contribuir, como agente financiador, por meio da participação social, para a implementação da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA).

Desde que foi criado, o fundo, já financiou mais de mil e 400 projetos socioambientais, em todas as regiões do país, mobilizando cerca de R$ 260 milhões. O FNMA é composto por 17 representantes do governo e da sociedade civil. Ele gerencia o recurso, repassado por meio de editais para instituições parceiras: organizações não governamentais (ONGs) e órgãos públicos federais, estaduais ou municipais. São projetos e iniciativas que contribuem para a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e para a qualidade de vida da população brasileira.

Bruxo de sorte

A história do bruxinho mais famoso do mundo completou no último dia 26, exatos 20 anos. O primeiro volume de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” chegou às livrarias do Reino Unido no dia 26 de junho de 1997. No Brasil, só foi publicado em primeiro de janeiro de 2000. A saga narra as aventuras de Potter e seus amigos Rony Weasley e Hermione Granger na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, dirigida por Albus Dumbledore. O clímax da história é o combate entre Harry e Lord Voldemort, um bruxo das trevas que busca a imortalidade e que assassinou os pais do menino.

Mas nem tudo foi mágico. A escritora britânica Joanne Kathleen Rowling teve seu texto rejeitado por dez editoras inglesas diferentes até ser aceito pela Bloomsbury. O principal motivo da recusa era o tamanho do livro, considerado grande demais para uma obra infantil.

Traduzidos para 79 idiomas em 200 países, o fenômeno continuou com os outros seis da série, vendendo ao todo mais de 450 milhões de cópias ao redor do mundo. Embora existam sete livros, foram produzidos oitos filmes, já que o último foi dividido em duas partes.

O sucesso do jovem bruxo não parou por aí. Embora a série de romances tenha sido encerrada em 2007, a franquia renasceu no ano passado com uma obra de teatro, “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, onde a história é centrada em um dos filhos de Harry, e um filme baseado no mesmo universo, “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, que conta a origem de um livro didático usado pelos estudantes de Hogwarts.

Além disso, entre 2010 e 2016, foram inaugurados três parques temáticos dedicados exclusivamente ao universo de Harry Potter, dois nos EUA (Orlando e Hollywood) e um no Japão (Osaka).

Saiba mais no site oficial de Harry Potter.

Boa oportunidade

O festival Buster ganha a sua primeira edição carioca! Realizado há dezessete anos em Copenhague, na Dinamarca, o evento de cinema infantojuvenil está acontecendo no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Centro do Rio.
Até o dia 16 de julho a garotada poderá assistir a longas, curtas de animação e episódios para TV produzidos na Dinamarca, Suécia, Alemanha e no Brasil. Além disso, há sessões especiais com recreação para crianças a partir de três anos, debate e duas oficinas audiovisual.

A programação inclui a atração sueca, “Jazzoo”, uma série que combina o jazz do quinteto Oddjob com histórias de animais, as produções brasileiras “Peixonauta – O Filme” e “As Aventuras do Pequeno Colombo”, além da versão européia de “Amazônia”, sem diálogos, nunca exibida no país.

Serviço
Evento: Festival Buster – Cinema Infantojuvenil
Data: Até 16 de julho de 2017
Local: CCBB – Rua Primeiro de Março, 66, Centro
Ingresso: R$ 5,00
Mais Informações: 3808-2020

Que febre é essa?

Você sabe o que é um fidget spinner? Provavelmente a criançada te explicaria. Mas vamos lá. Os fidget spinners são uma espécie de pião, mas sem ponta e que gira, normalmente, nas mãos de quem brinca. Ele possui uma parte central feita por um rolamento e três extremidades que giram em torno do centro.

O brinquedo que foi criado inicialmente como um passatempo para diminuir a ansiedade e ajudar crianças com deficit de atenção e hiperatividade, está causando polêmicas. Alguns alegam que o fidget spinner esteja causando o contrário: a ansiedade.

Para Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), o uso exagerado do brinquedo, inclusive dentro das salas de aula, tem causado mais distração do que retendo a atenção de crianças e jovens. O Inmetro já emitiu uma nota, advertindo o uso por crianças menores já que o brinquedo possui peças pequenas. Os fidget spinners já viraram febre aqui no Brasil, assim como aconteceu em um passado remoto com os saudosos bichinhos virtuais, o Tamagoshi, os ioiôs da Coca-Cola e, mais recentemente, o jogo para smartphone Pokémon GO.

Cinema e infância

Com o tema “Infância – Cinema – Futuro”, o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, lançou, no dia 1 de julho, a 62ª edição da Revista Filme Cultura, durante o Encontro Nacional de Cinema Infantil, que integra a programação da 16ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. A publicação busca investigar como o audiovisual voltado para o público infantil tem sido produzido e recebido pelas crianças ao longo da história do cinema brasileiro. A revista também procura identificar a importância e o espaço que é destinado ao audiovisual voltado para o público de meninas e meninos.

A criadora do “Peixonauta” e de “O Show da Luna!”, Célia Catunda, e Hélio Ziskind, compositor de várias trilhas sonoras para obras infantis, como “Castelo Rá-Tim-Bum” e “Cocoricó”, estão presentes nesta 62ª edição. Eles contam um pouco mais sobre a carreira e trajetória. Além disso, Luiza Lins e Carla Camurati, que organizam os maiores festivais de cinema para o público infantil no Brasil, a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis e o Festival Internacional de Cinema Infantil, respectivamente, também expressam suas visões sobre o cinema para as crianças e sobre a representação da infância no audiovisual.

A publicação tem importante papel na divulgação, reflexão e debate sobre o cinema nacional, apresentando artigos sobre estética e técnica cinematográfica, ensaios, reportagens, depoimentos, entrevistas, legislação e material iconográfico. A novidade é que além da tiragem impressa, em breve a revista também será disponibilizada gratuitamente via internet.