Geração Now: você conhece?

Por Samuel Possebon

A “geração Millenial” ficou para trás. A geração que está sendo discutida na CES 2018, principal evento de eletrônica de consumo dos EUA, que acontece esta semana em Las Vegas, é a chamada “geração Now”, jovens de 15 a 25 anos que nasceram em um ambiente já completamente tomado pela Internet e pelos serviços móveis. Trata-se de uma geração com características culturais muito diferente da geração que os antecedeu, revela Kathy Sheehan, diretora da GfK, em estudo apresentado durante a CES.
A “geração Now” é uma geração que nasceu na era digital e usa tecnologias cotidianamente, mas não é tão ávida por tecnologia quando os Millenials. “A tecnologia é mais pervasiva para eles”, diz a especialista, mostrando dados de pesquisas feitas pela GfK. “Possivelmente é uma geração que não vai nunca entrar em uma loja tradicional sem antes olhar online o que quer comprar. E sete em cada 10 jovens desta geração afirmam ser familiarizados o uso de tecnologias”.

Valores

Segundo ela, é uma geração única, que tem como valores a criatividade, o “internacionalismo”, que voltou a ter ambição mas busca a igualdade, o conhecimento e o aprendizado. “São valores ‘open minded’. Mas há valores que estão em desuso, como a valorização do que é sexy ou jovem. É uma geração pragmáticas e que quer ser adulta”, diz a especialista. Segundo ela, outro valor que mais caiu em desuso é o da individualidade. “É algo que eles preservam mas não é uma característica pela qual eles querem ser definidos. Isso é diferente da geração millennial”, dizem os dados da GfK. Por outro lado, diz, é uma geração de grande tolerância social e neutra em gênero. “Também é uma geração que gosta de ouvir, mas querem se sentir respeitados, gostam de hacking (improvisar), gostam de colaborar entre eles”.

Segundo os dados da GfK baseados nas entrevistas que estão sendo feitas para traçar o perfil dos jovens da “geração now”, dinheiro e tempo são fatores de estresse para estes jovens, mostrando preocupação e ambição com o futuro e a estabilidade. “Mas a pressão sobre estas pessoas é a coisa que mais pesa e cria estresse na geração now. A maturidade de valores cria estresse nesse grupo de pessoas”. Obviamente o smartphone é o dispositivo conectado para esse grupo de pessoas mais adotado. E o que mais gera estresse.
Também é uma geração pragmática, que busca a melhor relação custo/benefício e não necessariamente aspira marcas. “A segurança financeira é importante para essa geração, assim como a segurança física. E isso se reflete muito sobre a preocupação com privacidade”. Segundo Sheehan, é uma geração informada sobre questões de de neutralidade de rede e, obviamente, favorável a este princípio. Em comum com a geração millenial está o fato de demorarem para sair da casa dos pais e constituir uma família.

Hábitos de mídia

Segundo Karen Ramspacher, SVP de mídia para a GfK, a TV está bem viva para a geração Now. “Mas não apenas TV. É uma geração que mostra interesse em leitura inclusive em livros impressos e que ouve muita música”. Mas a mensagem audiovisual é, sem dúvida, a principal forma de entretenimento e informação. Mas são pessoas que preferem formatos menores de vídeo, que aceitam melhor comerciais de 6 segundos, por exemplo, em comparação com os 15 segundos tradicionais. “85% das pessoas dessa geração diz que a TV deixa elas felizes”. A diferença está no conceito de TV, o que a GfK prefere usar o termo “TVideo”. TV, para esta geração, não é o que era (72% têm esta posição). Para 44%, TV é qualquer coisa na tela grande, e 25% diz que TV é o conteúdo de qualquer tela que possa ser assistida. Mas elas nÃo enxergam a rivalidade entre serviços tradicionais e serviços OTT. “É uma geração que enxerga cabo, TV aberta e streaming como coisas complementares, parte de um mesmo contexto, não como substitutos”.
Entretanto, 71% consomem conteúdos por streaming por mais frequência.

Mídia e educação

Por Luanna Tavares

Mídia educação é a palavra de ordem de um intercâmbio inovador que está sendo realizado entre gestores e educadores das secretarias de educação do Rio de Janeiro e de Pernambuco. O grupo já participou de dois workshops: um realizado na Escola Técnica Cícero Dias – Nave-Recife, no mês de outubro, com 36 Escolas Técnicas Estaduais; e o segundo, no Colégio Estadual José Leite Lopes – Nave-Rio, em novembro, com as 37 escolas do Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI) da rede estadual.

A cada encontro, que durou dois dias, os professores das instituições participantes trocaram informação, metodologias, desafios e encaminhamentos. Além disso, gestores, coordenadores pedagógicos, educadores de apoio e educadores de unidades escolares inovadoras puderam apresentar algumas de suas ações no sentido de promover uma escola mais inclusiva, democrática e cidadã por meio da mídia educação.

Na ocasião, cada integrante também recebeu a Cartilha Novos Rumos. O documento (clique aqui e confira) apresenta e propõe um ambiente interativo para que cada escola possa montar o seu próprio projeto/departamento de mídia educação, respeitando o seu contexto social e cultural. Além disso, traz rotinas de operação e atividades.

Segundo Fábio Meireles, coordenador de Educação do Oi Futuro, todas as escolas que participaram fizeram um diagnóstico de suas ações e programas e, ao final, se propuseram uma estratégia de desenvolvimento e aplicabilidade de um projeto inovador em mídia educação para 2018.

“O NAVE foi concebido para ser um programa de experimentação de prática. Esses dois encontros foram importantes para contribuir com a disseminação de novas práticas pedagógicas no contexto da mídia educação, revigorando e ratificando, assim, a missão do NAVE que é impactar positivamente a rede pública de ensino do país”, disse Fábio em entrevista à revistapontocom.

Para Meireles, qualquer mudança, no dia a dia da escola, assusta, intimida. Nesse contexto, os desafios encontrados para se criar um ambiente escolar inovador são muitos. E, segundo Meirelles, o principal é a falta de tempo. “Os professores estão com menos tempo. E é lógico, faltam também, em algumas realidades, infraestrutura, equipamentos, formação de professores, conectividade. Soma-se a isso tudo o fato de muita gente ainda ter receio em investir na inovação”, destacou.

Confira abaixo a entrevista que os coordenadores do espaço de mídia educação NAVE Rio e NAVE Recife, Jonathan Caroba e Juliane Travassos, respectivamente, concederam à revistapontocom.

revistapontocom – O que representou esses dois encontros para as escolas participantes?
Jonathan Caroba – Para os Espaços de Mídia Educação dos NAVEs a formação com os professores da rede é um marco. Representa o impacto e a qualidade do trabalho que é feito nos dois NAVE. Trata-se de um trabalho de total relevância para as redes públicas de ensino do Rio e de Recife. Mostra também a capacidade da comunicação nos processo de ensino-aprendizagem e como o professor pode transformar a sua sala de aula através de ferramentas tecnológicas usadas no cotidiano da escola.

Juliane Travassos – Sair da escola e apresentar os casos práticos de uma metodologia original desenvolvida no NAVE foram ações gratificantes para nós, como instituição. A realização do evento potencializou o processo educativo, aperfeiçoando a atuação de gestores e professores com os recursos para dialogar com o mundo do século XXI. Conseguimos provocar uma reflexão em 36 escolas técnicas do Estado de Pernambuco sobre a possibilidade de se ressignificarem e inovarem na área da educação através da mídia educação.

revistapontocom – Qual é a importância de se discutir com as escolas práticas na área de mídia educação?
Jonathan Caroba – Para nós, como instituição que tem o objetivo de impactar a rede pública, fica o sentimento de dar sentido ao trabalho que desenvolvemos na escola. Para os gestores e professores das escolas que estiveram conosco, acredito que tenham começado a enxergar quais são os benefícios de se trabalhar a mídia educação em sala de aula, por meio de ações simples que, com certeza, impactam, positivamente, não só a sala de aula, mas também toda a comunidade escolar. Além disso, é a oportunidade que outras escolas têm de olhar para o NAVE não como uma vitrine, mas como uma experiência inspiradora e engajadora, que faz uso do conhecimento técnico da nossa equipe para implementar de fato um espaço de mídia educação.

Juliane Travassos – Dialogar e trocar muitas experiências, conhecer escolas com perspectivas e contextos diferentes faz com que possamos aplicar e replicar ideias para a melhoria no processo educativo de cada instituição, fortalecendo, assim, a rede de Escolas Técnicas do Estado.

revistapontocom – Que peso tem a cartilha produzida e apresentada durante workshop para o futuro dos educadores e estudantes?
Jonathan Caroba – A cartilha é bastante específica tecnicamente, ao mesmo tempo que é simples e coerente. Mesmo um professor que não conhece ou não domina algum tipo de tecnologia vai ter base e recursos, gratuitos inclusive, para que ele possa desenvolver projetos e atividades na sua escola. Ela não só explica como o professor/gestor pode criar um departamento de mídia educação na sua escola, mas também sugere rotinas de operação do espaço para que toda a escola possa usar e produzir dentro do conceito de mídia educação.

Juliane Travassos – Podemos assimilar a cartilha como um manual de instrução, que serviu não só apenas durante o processo de criação no workshop, mas como referência para o desenvolvimento de um espaço de mídia educação na escola.

revistapontocom – As práticas de mídia educação têm por objetivo tornar a escola mais inovadora?
Jonathan Caroba – Acredito que toda escola precisa ser inovadora. E, olhando por esse ponto, toda escola tem a dificuldade de saber onde quer chegar, ou como quer que seus alunos saiam ao final de alguns anos de formação. Nesse sentido, a formação em mídia educação aposta muito na comunicação dentro da educação como forma de engajar a equipe, resolver os problemas de interlocução e promover/potencializar as atividades que já acontecem dentro de cada escola.

Juliane Travassos – Uma escola inovadora é aquela que se permite sair da zona de conforto para se atualizar na área da educação. Conhecer com quais públicos ela dialoga, fazer um diagnóstico do seu contexto e desenvolver práticas e competências para o século XXI, visto que os jovens estão dedicando mais e mais o seu tempo às mídias digitais. Sim, as práticas de mídia educação podem ajudar a inovar o contexto da sala de aula.

revistapontocom – Para se ter um ambiente escolar inovador quais são os desafios encontrados?
Jonathan Caroba – A resistência. De modo geral, todos os professores e gestores que quiserem criar seus espaços de mídia educação terão de lidar com as resistências de alguns colegas e alunos. Mas falamos muito sobre esse ponto e demos algumas soluções para que os professores possam defender a ideia de se ter um departamento de mídia educação na escola e que esse espaço se torne imprescindível para o desenvolvimento de atividades escolares.

Juliane Travassos – Entendo que o principal desafio é fazer com que a gestão da instituição se permita. Se permita incorporar esse fenômeno digital em suas práticas, dando destaque aos trabalhos integrados e interdisciplinares, em realizar eventos e ações que potencializem a atuação dos estudantes, permitindo que eles tenham voz, que se comuniquem, se conheçam. Vale ressaltar que a mídia educação é uma pedagogia inovadora que promove o estudo da comunicação, das mídias e da produção de conteúdos para e com os meios de comunicação, como parte do projeto pedagógico. Além disso, os espaços de mídia educação vêm se configurando em pólos de inovação, de mobilização para busca de soluções pedagógicas em linha com as experiências cotidianas dos nossos jovens.

 17ª edição

Estão abertas as inscrições para a 17ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, que ocorre no Teatro Governador Pedro Ivo, de 30 de junho a 8 de julho. Podem participar da seleção produções nacionais e estrangeiras de todos os gêneros e formatos em curta-metragem. As inscrições vão até 9 de março. Para as produções nacionais, o festival concederá quatro prêmios em parceria com o Canal Futura: “Melhor Animação” e “Melhor Ficção”, escolhidas por um Júri Oficial; “Prêmio Júri Popular”, concedido pelo voto do público; e o “Prêmio Especial”, apontado por um júri formado por crianças. Cada categoria receberá o valor de R$ 5.000,00. O “Melhor Filme Estrangeiro”, selecionado pelo público, recebe troféu da Mostra e será exibido em sessão especial, com dublagem ao vivo.

Saiba mais e inscreva seu filme.

Rio Content Market em abril

A 8° edição do RioContentMarket, o maior encontro de negócios da América Latina entre produtores independentes, profissionais de televisão e mídias digitais já tem data marcada. Acontecerá entre os dias 3 e 8 de abril, na Cidade das Artes, Rio de Janeiro.
Ao longo dos últimos 7 anos, o evento se consolidou como o mais importante do setor audiovisual na América Latina e passou a integrar o calendário mundial dos profissionais do segmento. Mais de 30 mil executivos de mídias digitais, broadcasting e mobile, programadores, publicitários, distribuidores, criadores, produtores e compradores de conteúdo de mais de 36 países participaram do evento.

A próxima edição chega repleta de novidades. O RioContentMarket passará a fazer parte do Rio2C – Rio Creative Conference, que além do audiovisual, integrará também as disciplinas de música, inovação e games. Assim, continuam as atividades direcionadas ao mercado e aos negócios, mas o Rio2C abrirá seus portões também para os fãs e público em geral. De acordo com a organizadora do evento, Carla Esmeralda, O Rio2C alia diversão e negócios, oferecendo um conteúdo ampliado e diferenciais como um line up de palestrantes de nível global sem paralelo no mercado, networking inigualável e experiências únicas e transformadoras para o público final.

Saiba mais no site do evento

Pouca adesão

A tecnologia da Internet pode ajudar na captação de recursos para as entidades sem fins lucrativos, mas apenas 6% declararam ter recebido doações pela Internet em 2016, revela a 3ª edição da pesquisa TIC Organizações Sem Fins Lucrativos. Lançada nesta quarta-feira (20) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), a pesquisa também revela que ao captar recursos pela Internet, o canal mais citado foi perfil ou conta em redes sociais on-line (5%), seguido de website da organização (2%) e plataformas de crowdfunding (1%). Ainda de acordo com o estudo, a maior parte das organizações com acesso à Internet acredita que as TIC contribuem pouco ou não contribuem para aumentar a captação de recursos (61%).

“As organizações sem fins lucrativos possuem um importante papel no desenvolvimento de estratégias para a efetivação de direitos como, por exemplo, na consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Entretanto, elas necessitam estar adequadamente equipadas para realizar essas atividades. Os recursos tecnológicos são essenciais e podem ser utilizados não só para captar recursos, mas para divulgar as ações realizadas, interagir com os cidadãos ou outras entidades”, aponta Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

 

Ainda de acordo com a pesquisa TIC Organizações Sem Fins Lucrativos 2016, 67% das organizações estão presentes na Internet por meio de website e/ou redes sociais, sendo que quase um terço delas (29%) estão em ambas as plataformas on-line. Assim como já apontado nas edições anteriores, o uso das redes sociais é mais frequente (60%) se comparado à posse de website (37%), ainda que, entre 2014 e 2016, tenha aumentado a proporção de organizações, com 10 ou mais pessoas remuneradas, que contam com páginas na Internet, passando de 41% para 54%. Entre aquelas que possuem website, os recursos mais mencionados foram a publicação de informações sobre as atividades da organização (84%) e notícias (81%). Em relação às atividades realizadas nas redes sociais, as mais citadas foram: postar notícias sobre a organização (89%) e temas relacionados à sua área de atuação (83%). Cerca de três em cada quatro organizações responderam comentários e dúvidas dos usuários por meio de perfis ou contas em redes sociais.

Prestação de contas e transparência
A pesquisa também investiga alguns aspectos que permitem compreender como as organizações utilizam a Internet para divulgar suas prestações de contas. Em relação às entidades que possuíam website, aproximadamente uma a cada quatro (27%) publicou informações e balanço sobre prestação de contas em seu website. Entre aquelas com perfis em redes sociais, aproximadamente um terço (35%) declarou postar informações para prestação de contas. “Os resultados apontam que as organizações ainda podem ampliar a divulgação de suas prestações contas e balanços na Internet. Tais ações podem gerar maior confiança dos doadores e atrair mais indivíduos que apoiem as iniciativas da entidade, além de reforçar o compromisso com a transparência de suas atividades”, reforça Barbosa.

Águas pela paz

Fique ligado: Águas pela Paz é o tema do “II Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade”, evento gratuito, que será realizado nos dias 11 e 12 de janeiro, no Museu Nacional, em Brasília/DF, e nos dias 13 e 14, com atividades on-line. O Águas pela Paz é um dos eventos preparatórios oficiais do 8º Fórum Mundial da Água que, ao buscar gerar diálogo com o Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA 2018),  vai discutir a cultura de paz e o compartilhamento da água entre povos e nações. Essa discussão será realizada em perspectiva internacional, intercultural, intergeracional, científica e espiritual, com base na solidariedade, no respeito aos valores e direitos humanos universais, à justiça social e à natureza.

Inscreva-se e participe

Para o coordenador de Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Fábio Eon, “além de ser um evento preparatório para o 8º Fórum Mundial da Água, o Seminário Águas pela Paz inova e contribui para trazer ao debate uma visão mais humanista da água, que vai além do recurso natural a ser preservado. O Seminário analisa a água como um direito de todos e um valor a ser compartilhado. Assim, pode ajudar a pautar algumas discussões do Fórum, que acontece em março”.

Educação, arte e cultura; Saberes e tradições; Direitos da natureza, pesquisa e inovação na perspectiva transdisciplinar; Gestão de territórios e mediação de conflitos são os temas transversais a serem explorados em painéis durante o evento. O Seminário conta, ainda, com a realização de oficinas diversas e um Ato Ecumênico será o ponto forte do seu encerramento..

Prêmio HQ

Para agilizar o processo de votação do 30º Troféu HQMIX que acontecerá em 2018, já foram iniciadas as inscrições ao 30º Troféu HQMix. Quanto antes a Comissão organizadora tiver os PDFs dos trabalhos, mais tempo os juradores terão para analisá-los. As inscrições serão encerradas no dia 15 de fevereiro. O valor da inscrição é de R$ 15,00 por título, dando direito a inscrição dos autores da publicação sem custo para os itens de melhor roteirista nacional, melhor desenhista nacional, colorista nacional, arte-finalista nacional, novo talento desenhista, novo talento roteirista. Quem se inscrever para Novo Talento não poderá se inscrever também em melhor desenhista ou roteirista.

Cada título poderá ser inscrito apenas em dois ítens além dos autores. Por exemplo, um livro de HQ pode entrar em projeto Editorial e Publicação de Humor. Cada inscrição será de R$ 15,00 dando o total de R$ 30,00; mas dá direito a inscrever os autores sem ampliar esse custo. A mudança para as inscrições do ano passado é que no item PROJETO EDITORIAL além do PDF também será pedido um exemplar impresso para melhor análise da qualidade da publicação, que não é percebida no arquivo PDF. O endereço para enviar esse exemplar é o seguinte:

TROFÉU HQMIX – Gualberto Costa
Rua Lacerda Franco, 1136 – apto. 74 – Aclimação
CEP 01536-000 – São Paulo – SP

Quem não se inscrever não terá a chance de disputar um troféu especial (surpresa) em comemoração aos 30 anos do troféu HQMIX, que se completam em 2018.

A inscrição é feita no próprio site do HQMIX como no ano passado: http://hqmix.com.br/inscricao-de-obras

Clube Desafio Futura

O segundo concurso cultural do Clube Desafio Futura (CDF) já começou. Ele termina no dia 02/02 às 12h. Serão quatro semanas para que os jogadores do game consigam a maior pontuação na Categoria “Atualidades”. O jogador que atingir a maior pontuação durante o período será o vencedor e terá como premiação um smartphone modelo Samsung Galaxy J7.

Confira o regulamento e participe.

Como no primeiro concurso, a categoria “Atualidades” será zerada para o evento. Esperamos uma disputa acirrada entre os participantes e um novo campeão para desafiar o vencedor do primeiro evento, o morador de Tocantins, Kelvy Fernando, de 18 anos. “Conheci o aplicativo através de um blog sobre promoções. Procuro consultar frequentemente esse tipo de blog para participar de promoções como esta, entretanto, essa é a primeira vez que ganhou um concurso. Estou muito feliz e espero participar de muitos eventos do CDF “, comenta Kelvy, estudante de Engenharia Agronômica.

“Nada melhor do que começar o ano ficando por dentro do que está acontecendo. O momento é oportuno para nossos players participarem de um concurso que valoriza o conhecimento e, ao mesmo tempo, ficarem informados do que acontece no Brasil e no Mundo. É gratificante para nós essa maneira de interagir com os jovens e educadores que usam os produtos do Futura”, explica José Brito, gerente de Distribuição do Canal Futura. Além disso, vem novidades no CDF como: a criação de ligas, para jogar com seus amigos, ranqueamento dos jogadores e atualizações a cada mês nas perguntas do game.

Banco de projetos

O Canal Brasil anunciou no início desta semana a abertura das inscrições para novas séries de ficção e documentários por meio de seu Portal de Projetos, que recebe propostas de obras originais até o dia 8 de março. Produtoras das regiões Sul, Centro Oeste, Norte e Nordeste podem se inscrever para conseguirem uma contemplação pelo Prodav 02, a partir da suplementação de recursos na Chamada Pública PRODAV 02/2013 do Programa Brasil de Todas as Telas. A produtora pode inscrever no máximo dois projetos e deve ser brasileira, independente, registrada na Ancine e nas Juntas Comerciais de sua região, com CNPJ regular.

Serão aceitos projetos de duração de 22 a 25 minutos ou 50 a 52 minutos por episódio – estes devem ser no mínimo quatro e no máximo treze. Não há restrições de tema. A única ressalva é que o conteúdo seja minimamente adequado ao público do canal. Os requisitos de julgamento do Canal Brasil são: originalidade, aspectos artísticos, adequação ao público, qualificação técnica da equipe, capacidade gerencial e desempenho da produtora. Os selecionados serão divulgados no dia 8 de junho deste ano.

Os interessados devem acessar o portal CANAL BRASIL para se inscrever.