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Três livros infantis para estimular o hábito da leitura em casa

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Publicado em Destaques, Educação, Matérias
27abr

Flavia Perez.

Crianças e jovens de todo o mundo estão sem ir à escola atualmente por causa da pandemia do novo coronavírus e das medidas de isolamento social aplicadas em diversos países para conter o avanço da Covid 19. Este período, apesar de trazer tantos desafios, é também uma oportunidade de reforçar o interesse pelos livros e o hábito da leitura no ambiente familiar. Por isso, no mês que marca o Dia Mundial do Livro, celebrado em 23 de abril, listamos três títulos infantis que vão levar crianças e adultos a mergulharem juntos no universo literário.

O livro A Maior Flor do Mundo (Ed. Cia das Letrinhas), obra do escritor português José Saramago, com ilustrações de João Caetano, remonta traços das histórias de contos de fadas. Transformando-se em personagem, o autor nos conta que teve uma ideia para um livro infantil e inventou uma história sobre um menino que faz nascer a maior flor do mundo. Não se julgava capaz de escrever para crianças, mas chegou a imaginar que, se tivesse as qualidades necessárias para colocar a ideia no papel, ela resultaria verdadeiramente extraordinária: “seria a mais linda de todas as que se escreveram desde o tempo dos contos de fadas e princesas encantadas…”. É dessa fantasia de grandiosidade que nasce o livro.

Já no título Onde a Palavra Abre os Olhos (Editora Abacatte), lançado neste ano, o autor Leo Cunha e a ilustradora Thais Linhares contam, poeticamente, o caminho de construção dos livros, desde o momento em que a ideia surge na cabeça do escritor, até quando chega às mãos do leitor. A “Palavra” é representada, no livro, por uma menina de grandes olhos curiosos.

Outro livro infantil que pode despertar o prazer pela leitura em família é Foi Ele que Escreveu a Ventania (Editora Pulo do Gato), de Rosana Rios e Maurício Negro. A narrativa é uma homenagem ao poeta Manoel de Barros. Tanto o texto quanto as ilustrações proporcionam sensações sinestésicas. O calor inexplicável é representado pelas cores quentes; o frescor e as descobertas, pelas cores frias. Uma obra que evoca o amor às palavras, ao fazer poético dos livros e à simplicidade do cotidiano.

Boa leitura!

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