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Prêmio Microsoft

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17maio

Educador: que tal fazer um projeto inovador, usando a tecnologia a favor do aprendizado dos seus alunos e ainda, de quebra, ser premiado com um notebook e um troféu? Mãos à obra. Estão abertas as inscrições do prêmio Microsoft Educadores Inovadores Brasil. Os interessados têm até o dia 26 de junho para confirmar a participação. Em sua sexta edição, o concurso premia projetos de midiaeducação inovadores, criativos e que contribuam para o bom desempenho dos estudantes.

Há cinco categorias: Inovação em comunidade, aprendizagem além da sala de aula; Inovação em colaboração, aprendizagem colaborativa; Inovação em conteúdo, construção do conhecimento e pensamento crítico; Educador inovador escola técnica; e Educador inovador escola particular. Somente serão aceitos projetos que foram desenvolvidos a partir de janeiro de 2009. As inscrições devem ser feitas no site www.educadoresinovadores.com.br.

Para quem ainda tem dúvidas se deve ou não participar e precisa de um estímulo, a revistapontocom conversou com o professor Guilherme Hartung, do Colégio Estadual Embaixador José Bonifácio, em Petrópolis, Rio de Janeiro, vencedor do prêmio, na categoria colaboração, em 2009. Ao lado do professor Alexandre Becker, Guilherme e seus alunos criaram a Fractal Multimídia, uma empresa fictícia de produção de simuladores de jogos educativos.

Em entrevista, Guilherme explica mais detalhes do projeto vencedor, deixando claro que para conquistar o prêmio basta uma boa ideia, conteúdo e comprometimento de professores e alunos.

Acompanhe:

revistapontocom – O senhor venceu o prêmio com o projeto de uma empresa fictícia de conteúdos educativos. Qual era a proposta?
Guilherme Hartung – Há certo tempo, trabalho com tecnologia e tento fazer projetos que envolvam o interesse do jovem.  Neste sentido, os jogos são atraentes. A maioria gosta de jogar, de se envolver com isso. Nosso projeto era criar e produzir simuladores de jogos educativos. Era um trabalho colaborativo, em equipe. Havia a parte gráfica, a sonora, a área de divulgação, de programação. Os alunos se revezavam pelas áreas. Criamos a empresa Fractal multimídia.

revistapontocom – O projeto foi implementado após o prêmio?
Guilherme Hartung – Desenvolvemos o projeto ainda em 2009. Em 2010, paramos. Mas recomeçamos esse ano de uma forma bem mais interativa e organizada, já que os estudantes receberam notebooks. Os aparelhos foram ganhos em outro concurso, promovido pela HP. Nosso primeiro jogo educativo já está em desenvolvimento. Trata-se de um jogo de caça ao erro com o tema Sustentabilidade. O professor Alexandre Becker, mestre em Meio Ambiente, é o nosso game designer. Em breve lançaremos a versão beta do jogo.

revistapontocom – Como o senhor conseguiu atrair a atenção dos alunos?
Guilherme Hartung – Faço uma palestra, mostro como funciona e convido. Eles aceitam. Mas aviso: tem que ter empenho, boas notas e frequência.  Eles vinham fora do horário escolar. Nem recebiam nota por isso, nada. Eram voluntários. Em 2009, tínhamos 20 alunos. Esse ano já são 30. Acho que eles se sentem atraídos por conta da atratividade dos próprios jogos.

revistapontocom – O que mudou na sua vida depois desse prêmio?
Guilherme Hartung – Trabalho com tecnologia desde 2005. Já ganhei outros prêmios antes. Sou técnico em informática e professor de matemática. Tento integrar todas essas funções. Mas claro que o prêmio influenciou muito. A partir dele, tive mais exposição na mídia, comecei a orientar professores e fazer palestras.

Acompanhe as últimas notícias da Fractal Multimídia

Leia também a entrevista com a professora Marise Brandão, outra ganhadora do prêmio Microsoft Educadores

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