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Evento debate políticas públicas para educação

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Publicado em Destaques, Entrevistas
04jun

O evento Alfabetização 360 na perspectiva da educação integral acontecerá no próximo dia 10 de junho, a partir das 8h30, na Casa Natura Musical, em São Paulo. Promovido pelo Instituto Ayrton Senna, o encontro discutirá as causas do analfabetismo e vai debater políticas públicas e os caminhos possíveis para que crianças e jovens do Brasil tenham a oportunidade de desenvolver todos seus potenciais, transformando suas vidas e a realidade brasileira.

As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas.

Para quem não conseguir a inscrição, é possível acompanhar à distância através do streaming provido pelo Canal Futura, parceiro da ação.

Conversamos com João Alegria, Gerente Geral do Canal Futura, a respeito da divulgação. Confira.

revistapontocom: Como será a divulgação do Canal Futura no evento?
João Alegria: Vamos voltar a convidar as organizações que se mobilizaram pelo Dia da Educação e trabalhar em conjunto, ativando as redes sociais, sites e outros recursos de comunicação de todos os parceiros engajados. O Futura vai novamente criar faixa de programação temática e ação especial do jornalismo, para produzir conteúdos especiais sobre alfabetização.

revistapontocom: Quais são as expectativas?
João Alegria: O alfabetismo é um desafio educacional brasileiro, pois muitas crianças não têm se alfabetizado na idade certa e uma parcela significativa chega ao final dos 12 anos da Educação Básica em níveis de alfabetização aquém do que seria desejado. Mas também se percebe que há uma baixa fluência alfabética em toda a sociedade, um desafio muito importante a enfrentar. Deste modo é mais uma causa a ser defendida frente a toda a sociedade. Tornar a alfabetização uma pauta relevante na mídia. Chegar até às famílias e criar uma onda a favor da alfabetização.

revistapontocom: Qual a importância de manter eventos como este em evidência?
João Alegria: É importante que pautas e desafios da educação no país sempre estejam frente às pessoas. Mais bem informados e conscientes, todos vão poder contribuir melhor com a educação, pois esta é uma tarefa de toda a sociedade.

A Fundação Roberto Marinho, através do canal Futura, também destacou a questão da educação no Brasil durante todo o mês de abril. A campanha #Nem1PraTrás teve mobilização nacional em prol da educação, culminandocom um dia de debates em torno do tema, em 28 de abril, quando é comemorado o Dia Mundial da Educação. O foco da campanha foi a juventude em situação de vulnerabilidade social e educacional.

revistapontocom: Os objetivos propostos com a mobilização #Nem1PraTras foram atingidos?
João Alegria: Estamos muito contentes com os resultados. Ao final, 92 organizações se engajaram, atingimos uma taxa de engajamento de 7,1% no Facebook e ficamos 4 horas seguidas no trendingtopics Brasil no dia 28 de abril com a campanha. Cento e 30 canais de televisão no Brasil exibiram a campanha e foram feitas mais de 200 matérias jornalísticas em 80 diferentes veículos de comunicação. Os vídeos informativos sobre os desafios educacionais foram acessados mais de 1 milhão de vezes. Portanto, entendemos que o objetivo de divulgar as questões da educação brasileira para a sociedade, maior objetivo da iniciativa, foi alcançado.

revistapontocom: No dia 28 de abril o Canal Futura dedicou 24 horas da programação voltada para o tema. Como foi essa experiência?
João Alegria: Muito exitosa. Nesse dia, principalmente no período da tarde, o Canal Futura, teve muito acolhimento da audiência. As programações temáticas devem voltar com força à tela do canal.

revistapontocom: Foi adotado um conjunto de hashtags para unificar a comunicação em rede por todas as telas… Para você, qual a importância dessa unificação? A experiência foi boa?
João Alegria: Sim. Adotamos coletivamente hashtags. A intenção era a de avolumar e unificar as ações dos parceiros. Isso funcionou. A principal foi #diaDaEducacao, sempre utilizada por todos os parceiros. Em seguida a #Nem1PraTras, apresentando claramente o propósito de toda essa movimentação. Mas, os parceiros poderiam variar, acrescentando à essas duas hashtags outras, que indicassem suas próprias causas, como#Nem1SemProfessor. No balanço, todos perceberam que atuar coletivamente utilizando as mesmas hashtags deu força ao movimento, mas também garantiu mais visibilidade aos perfis de cada parceiro na web.

revistapontocom:Qual o legado que essa intensa jornada deixará?
João Alegria: Acreditamos que o maior legado é a possibilidade de trabalho coletivo ao redor de causas no campo da educação. Temos a intenção de seguir juntos, atuando numa agenda anual em comum. Com várias jornadas como essa.

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