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Uma grande amizade

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31mar

Por Artur Melo, 10 anos
Aluno do 6º ano do Ensino Fundamental, da Escola Sá Pereira

Um certo dia, Dom Quixote e seu fiel escudeiro Sancho Pança estavam no meio de uma batalha contra os moinhos de vento. Para Dom Quixote, eles eram gigantes, bravos e cruéis. Foi quando Sancho atirou uma lança, acertando a perna do cavalo de Quixote, que era muito amado por ele. A batalha contra os moinhos acabou na hora e uma nova briga verbal entre os dois amigos começou. Quixote estava muito bravo com Sancho. Mandou ele embora e o demitiu do cargo de escudeiro. Assim acabou a briga e cada um foi para o seu lado.

Dom Quixote ficou então à procura de um veterinário para curar seu cavalo. Foi quando avistou um homem completamente nu. Quixote pensou: “que homem corajoso é esse. Ele está super hiper pelado!!!  Aposto que está querendo mostrar sua ousadia e talento”.

O cavaleiro cavalgou o mais rápido que podia até chegar ao homem. Quando chegou, perguntou se ele queria ser o seu fiel escudeiro. Pietro –  o homem nu – aceitou imediatamente. Então, Quixote fez todo aquele esquema para Pietro virar seu escudeiro. [Caro leitor, é só ler a história do Cavaleiro Andante que você descobrirá o passo a passo necessário  para se tornar um escudeiro].

Em seguida o cavaleiro perguntou ao Pietro onde tinha um veterinário naquela região. O novo amigo falou que era bem longe, mas mesmo assim lá foram os dois. Chegando ao veterinário, logo foram atendidos. O veterinário fez um curativo e falou que, dentro de sete horas, o cavalo já estaria preparado para galopar sem sentir dor. Sete horas: tempo suficiente para Quixote e Pietro descansarem para as aventuras que estavam por vir.

No dia seguinte, realmente o cavalo estava bom. Quixote e Pietro saíram sem rumo, à procura de novas aventuras. Depois de um certo tempo, enquanto eles andavam a cavalo, apareceu, do céu, um dragão imenso, jorrando fogo em muitas casas, vilas e florestas.

Dom Quixote não se apavorou. Ficou ali com Pietro para deter o grande dragão. Não, amigos, dessa vez não eram os gigantes que não passavam de moinhos de vento. Dessa vez, o dragão não estava na imaginação de Quixote, estava ali, na real, e prestes a matar o nosso cavaleiro, com uma rabada violenta

.E nesse exato momento uma lança percorre o cérebro do dragão e ele morre. Como será que isso aconteceu? A essa altura Quixote estava prestes a agradecer eternamente a seu novo escudeiro, mas, de repente, ao olhar para o lado, viu Sancho montado em seu burrinho. Então, Quixote foi até ele e os dois fizeram as pazes. O cavaleiro foi conversar com Pietro, ele  teria que sair do seu cargo de escudeiro. Pietro  aceitou numa boa e falou que ele não nasceu mesmo para ser escudeiro, que só aceitou o convite porque, na verdade,  estava querendo de todo modo encontrar o ladrão terrível que tinha lhe tirado tudo, até a roupa, mas, agora, já conformado, queria voltar para o sossego de sua casa, sua família já deveria estar preocupada.Pietro foi embora. Sancho Pança e Dom Quixote voltaram a ser superamigos, vivendo aventuras atrapalhadas e divertindo a gente. 

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