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Boas práticas em jornalismo e educação

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10set

A interface entre jornal e educação no Brasil vai bem, obrigado. Bem, pelo menos na visão dos jornalistas que fazem parte do júri da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-IFRA). Três projetos – dos jornais A Gazeta (ES), Jornal da Manhã (PR) e Gazeta do Povo (PR) – foram reconhecidos pelo Prêmio Jovens Leitores, criado pela instituição para destacar os jornais que criam bons projetos e ou atividades para atrair jovens leitores. Na edição deste ano, foram avaliados 24 propostas de diferentes países. Os vencedores serão homenageados no Congresso Mundial de Jornais, no dia 12 de outubro, em Viena.

Confira os premiados:


Prêmio Connecting with mobile (Menção especial)
Jornal de Manha (Paraná)
Projeto Vamos Ler, do Jornal da Manhã (PR), recebeu uma menção especial na categoria Mobile, por seus workshops com celular para estudantes. O jornal ofereceu às escolas uma oficina de fotojornalismo, no qual os alunos aprenderam noções básicas da área por meio dos celulares. O projeto do uso do celular para aprender fotojornalismo estava ligado a uma proposta do uso do celular na educação. Professores receberam capacitação.
 

Prêmio Newspapers in Education
Gazeta do Povo (Paraná)
O projeto Ler e pensar ganhou o Top Prize na categoria NIE (Newspaper in Education Program – Programa Jornal e Educação). Ou seja, foi considerado o melhor projeto de Jornal e Educação do mundo este ano, entre os concorrentes. Por meio dele, o jornal teve o objetivo de promover o hábito de leitura entre os estudantes, auxiliando na melhoria dos indicadores educacionais relativos à leitura e interpretação de textos. Com apoio de universidades, o projeto visa também a preparar crianças e jovens para o exercício da cidadania.

 

 

 

Prêmio Newspapers in Education (Recomendação do júri)
Gazeta do Povo (Espírito Santo)
Projeto desenvolvido por dois professores mostra como a parceria entre educação e jornal é possível e rende bons frutos, como uma intensa mobilização social e resgate da cultura local. Inspirados pela publicação de uma história sobre o destino das casas dos imigrantes Pomeranos (etnia descendente de tribos eslavas e germânicas) no Paraná, dois professores, capacitados em oficinas sobre jornal e educação, estimularam seus alunos a refletir sobre o resgate da cultura de um povo da região.

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