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Comissão vai propor novo modelo de Ensino Médio

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30jul

A cada 100 alunos que entram no Ensino Fundamental, apenas 44 continuam nos bancos escolares até o Ensino Médio. Desses 44, metade abandona as salas de aula e somente 12 chegam à universidade, conforme dados coletados no ano passado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Um dos principais motivos para esses índices, segundo o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), é a inadequação do Ensino Médio à realidade dos jovens. Uma comissão especial da Câmara pretende ajudar a resolver o problema.

Instalada no dia 23 de maio, a Comissão Especial da Reformulação do Ensino Médio reúne até o momento 24 deputados de 13 partidos para encontrar um modelo melhor para a última fase da educação básica no País. “O problema é que o modelo atual é uma etapa meramente intermediária para que aluno possa chegar à universidade. Por isso, não responde às demandas da economia brasileira nem às expectativas de nossos jovens”, argumenta Lopes, que preside o grupo.

O relator, deputado Wilson Filho (PMDB-PB), explica que o colegiado deve realizar, a partir de agosto, reuniões com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, com técnicos da pasta, secretários de educação, gestores de centros de ensino, pesquisadores nacionais e estrangeiros, além de representantes de entidades que atuam na área. Um relatório preliminar, a ser elaborado até novembro, deverá nortear discussões a respeito do tema em diversos estados. A ideia é que o grupo chegue a uma proposta de alteração da legislação atual sobre o ensino médio até o final do próximo ano.

Um comentário sobre... “Comissão vai propor novo modelo de Ensino Médio

  1. Entendo que estamos atrasados, pois ainda vai se elaborar um estudo sobre esse grave problema, coisa que já deveria ter sido realizado há tempos! Outro ponto importante eh descobrir porque nossos alunos, principalmente os da rede publica, tem pouco interesse ou mesmo nenhum com seus estudos. Percebe-se uma falta de objetivos por parte do corpo discente e a culpa sempre recai na pessoa do professor, o que, convenhamos, eh um desproposito, uma vez que apenas mascara o problema. A escola tem de ser repensada urgentemente e por todos que a compõe, não somente técnicos e/ou autoridades. Veja que, pela publicação, professores que atuam efetivamente em sala não tomarão assento ‘a mesa. E que não fique apenas no Médio, que seja analisado também o Fundamental. Idem em relação ‘a violência. .

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