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Educação: o que eu quero para minha cidade?

5 comentários
28ago

A revistapontocom lançou a pergunta para alguns leitores. Eles refletiram e escreveram para nós. Confira, abaixo, o que eles desejam para a educação. Envie também a sua resposta. Você pode publicar aqui mesmo ou então em nossa página no Facebook. Participe!

A educação é a base de tudo e de qualquer coisa. Tanto as pessoas que querem e lutam por um planeta Terra melhor quanto aquelas (que infelizmente ao longo da história da humanidade são as que tem o poder de decisão) que querem e lutam para um planeta Terra caótico, desequilibrado e desigual sabem disso. Essa luta do bem e do mal vê na educação sua principal aliada; tanto para o bem, que é uma educação que ensina a pensar, que liberta as mentes e os indivíduos e quanto para o mal, que é a educação que temos atualmente (na maioria das escolas), que quer crianças, jovens e professores que não pensam, limitados, desinteressados e insatisfeitos. Vamos eleger que tipo de candidato? O que vai investir na educação para o bem ou para o mal? A escolha é de cada cidadão. Raquel Pacheco é professora, pesquisadora e profissional na área da televisão e do cinema.

A Educação é uma questão decisiva e portanto complexa. Porém é fácil saber que ela precisa de três princípios fundamentais: a) Incorporar desde a mais tenra idade o entendimento vivencial de que a alegria, a solidariedade, a dádiva, a bondade e o amor facilmente encontrado nas crianças fazem parte da lógica da vida e que, portanto, a cultura é apenas mais um modo da natureza; b) o estudo, repito vivencial, a respeito das muitas culturas humanas apagadas dos currículos que, iniciando na Grécia, “ensinam” que a vida e o mundo seriam o que propagam a primazia da ação, da razão e do crescimento ilimitado, através da industrialização, do Iluminismo, da cultura protestante de prestar contas, da qualificação e competência profissional, e da economia baseada no crédito; c) também do estudo vivencial do não-dualismo, para que as pessoas saiam da prisão trágica e irresponsável de atribuírem tanto a responsabilidade pelo que acontece quanto à possibilidade de emancipação frente ao que acontece à entidades metafísicas como instituição, capitalismo, organização, sociedade, tecnologia, redes. Educação é ajudar a lembrar em rede o que não pode ser esquecido: que a vida é dádiva e que a sociedade é a possibilidade de sermos responsáveis por nossos estados mentais, eliminando do fluxo de nossas mentes (pensamentos, afetos e percepções) a ignorância, ódio e ganância que até aqui procuramos legitimar “cientificamente”. Como diz um provérbio hindu, se eu não sei quem eu sou, eu sirvo a você; se eu sei quem eu sou, eu sou você. Esta é a Educação que precisamos. A do encontro, a da preparação para viver o conflito como a possibilidade do vigor da complementaridade dos opostos. Vale dizer, do amor, como a base do biológico, do psíquico, do social, do político.” Evandro Vieira Ouriques é coordenador do NETCCON – Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência. da Escola de Comunicação da UFRJ e supervisor de pesquisas de Pós-Doutorado em Estudos Culturais, PACC.UFRJ, recebeu o prêmio de Melhor Acadêmico do Mundo, o Best Scholar 2010, do Reputation Institute de NY e o título de Guerreiro Zulu, da Universal Zulu Nation. Tem publicações no Brasil Dinamarca, Inglaterra, Estados Unidos, Chile, Portugal.

Quem cabe no TODOS das políticas educacionais no Rio de Janeiro? Eu quero uma cidade que não separe, categorize e hierarquize crianças e jovens, atribuindo-lhes maior ou menor valor na prioridade e na garantia do direito indisponível à educação. Eu quero uma cidade com habilidade e urgência para desconstruir, na prática e na mentalidade de gestores/as e da população, a ideia de que a pobreza é uma questão social, mas a deficiência é um “problema” das famílias. A prática da ONG Escola de Gente comprova que insistir na falsa competição entre “ser pobre” e “ter deficiência” é um dos maiores obstáculos à elaboração de políticas públicas educacionais inclusivas. Segundo a ONU, mais de 70% de pessoas com deficiência vivem na pobreza nos países em desenvolvimento. Segundo o Censo IBGE 2010, um quarto da população brasileira tem alguma deficiência. Pessoas com deficiência e pobres existem e precisam deixar de ser um dos principais alvos da violação de direitos humanos no Brasil e no mundo. Por isso estou alinhada com a Constituição e defendo a escola inclusiva: local onde as gerações se encontram, sem discriminação de qualquer natureza, com suas necessidades específicas de aprendizagem reconhecidas e atendidas, com amplos estímulos para desde cedo se articularem etica e politicamente para a construção de uma escola e de uma sociedade mais dignas do que aquelas recebidas, como herança, das gerações que as antecederam. Claudia Werneck é jornalista e escritora especializada em inclusão, empreendedora social e fundadora da ONG Escola de Gente. É autora de livros para crianças e adultos/as, entre eles o “Quem cabe no seu TODOS?”. 

A escola em que trabalho possui duas quadras e um campo de futebol, o que, de uma maneira geral, é muito, pois, na maioria das vezes, as unidades, quando têm, usam apenas o pátio como o único lugar para práticas esportivas. Uma das quadras foi, recentemente, reformada, mas a pintura já está saindo, e, por falta de recursos, não houve condições de melhorar a outra quadra e o campo, cheio de falhas e buracos. Do outro lado da rua, ao abrir, literalmente, a janela da minha sala, vejo as obras do Estádio Mário Filho, o Maracanã, que está recebendo investimento, de cerca de R$ 800 milhões, o que me faz pensar que: de um lado da rua, está um investimento para a “copa”, e do outro lado, um investimento para formar uma nação. A Educação que eu quero para minha cidade não deveria depender do lado que eu olhe da rua e sim, de que lado, o poder público vai investir. Adriano Barbosa – professor.

Quero uma cidade planejada para o bem estar e o conforto das pessoas, com menos automóveis e mais bicicletas e calçadas, menos ruído e mais verde, menos lixo e mais reciclagem, menos prisões e mais escolas, menos pobreza e mais inclusão, menos medo e mais alegria. Uma cidade onde as pessoas se sintam parte de um projeto coletivo, cúmplices de uma mesmo ideal, onde o que o espaço público que “não é de ninguém” passe a ser considerado “propriedade de todos”, e seja preservado e protegido por todos, para todos. André Trigueiro – jornalista.

 

Quero um IDEB melhor para minha cidade, mas mais do que isso, quero que as crianças aprendam. Quero que leiam. Não apenas que decodifiquem, mas que descubram o prazer da leitura, que encontrem um mundo de possibilidades infinitas, que tirem suas próprias conclusões. Quero que escrevam, em bom português, claro, mas que, além disso, se expressem, que criem, que utilizem diferentes linguagens para se comunicar. Quero que gostem de ir à escola e quero boas escolas, em todos os sentidos. Bem equipadas, bem cuidadas, com bons professores e que eles sejam bem pagos e tratados com respeito. Andrea Garcez – doutoranda em Educação pela PUC-Rio.

São tantos os quereres para minha cidade. Sim, pois não basta ter o título de Cidade Maravilhosa. É preciso ser e buscar cada vez mais motivos para continuar sendo digna do título pelo qual é reconhecida mundialmente. Além de suas necessidades nas áreas de saúde, transporte, lazer, limpeza e habitação, a Educação precisa ser muito bem cuidada. Todas as escolas devem estar em condições perfeitas. O prédio da escola deve estar bem cuidado, ser um lugar bonito, agradável, convidativo e com uma infraestrutura que mostre a importância que é aos que a frequentam e ao que lá acontece. As pessoas que lá trabalham precisam sentir-se valorizadas e isso passa pela formação continuada de qualidade, pelas boas condições de trabalho e, claro, pela remuneração digna. Não posso deixar de mencionar também que os alunos matriculados nas escolas da rede municipal merecem estudar conteúdos de acordo com o seu ano de escolaridade. Não podemos mais oferecer o mínimo para cobrar o mínimo do mínimo e fazermos de conta que está tudo bem. Não basta dizer que se quer uma educação de qualidade. É preciso fazer acontecer. Angela Ramos – professora.

Gostaria que houvesse um trabalho sistemático com as famílias dos alunos do Ensino Fundamental, para que elas aprendam a acompanhar o trabalho da escola e ajudem a elevar o rendimento dos filhos. Nos sistemas educacionais que mais se destacam no mundo, os pais/responsáveis têm boa escolaridade e ampla formação cultural; e quando não é assim, as escolas os capacitam para que eles reforcem e ampliem a educação da sala de aula. Para isso há técnicas específicas, que as famílias cariocas precisam conhecer. Não falo da conhecida “reunião de pais”, e sim de um projeto específico de formação. Ele pode ajudar a controlar a qualidade do ensino oferecido nas escolas, reforçar o trabalho dos bons professores, potencializar o rendimento das crianças, elevando o IDEB do município, e contribuir para a qualidade de vida na nossa cidade. Afinal, a parceria entre escola e família não melhora só as matérias, como português e matemática, mas também os comportamentos e atitudes, como respeito pelos demais, urbanidade e civilidade. Andrea Ramal – educadora.

Acredito que a educação seja a ferramenta essencial para a transformação. Já acordamos para o fato de que sem escola, nossos jovens não terão um futuro garantido. Acordamos para o fato, mas ainda longe do objetivo final. Quando penso em Educação, penso em qualidade: professores bem remunerados e capacitados, alunos com direto a qualidade de ensino, informação e oportunidade de se desenvolver de acordo com seus talentos e sobretudo usufruindo de seus direitos. Sou muito feliz e tenho grandes recordações da escola onde estudei e não tenho dúvida de que meus professores e diretores, junto de meus pais, é claro, foram pedras fundamentais na formação do meu caráter e encaminhamento para a vida adulta. Fiorella Mattheis – atriz.

O projeto de Educação que eu quero para a minha cidade terá de incluir a todos, considerar as crianças e os jovens como produtores de cultura e contribuir para que, efetivamente, possam ocupar/circular pela cidade, como atores e autores que são. Terá de cativar e ser cativado, não prescindir de sensibilidade, intuição, criatividade e também de aporte teórico que consubstancie práticas. Cativar e ser cativado demanda comunhão com o outro, com o seu saber/fazer; demanda abertura,disponibilidade para compreender outras lógicas, valores e entendimentos, o que requer um livre trânsito de ideias, em que ninguém tenha a vez e a voz extirpada, onde “as rosas vermelhas não sejam pintadas de branco por decreto da rainha.” O projeto que eu quero deve “conspirar” a favor de uma escola que se ocupe não apenas da formação científica, mas também da formação cultural, que ouse buscar as interseções, os diálogos, entre ciência e arte, fazendo do desafio de conhecer, de fato, uma grande aventura. Nessa escola o gato-careteiro viverá livremente. Para essa escola, o chapeleiro louco não será louco, não, apenas livre! Flavia Lobão – professora.

Quero uma educação para as pessoas da cidade, uma cidade do século XXI. Uma escola que trabalhe não apenas a dimensão da razão, da cognição, mas que incorpore em seu currículo e práticas as dimensões éticas e estéticas. Uma escola que trabalhe a partir da Palavra, do Território e do Corpo, além da Técnica, superando um modo fordista de ensinar e rompendo com uma referência de conteúdos que nos mantêm no século XIX. Uma escola que não busque apenas, e mesmo assim fracasse, em formar “pequenos gramáticos, geógrafos, historiadores, matemáticos, …”, mas que trabalhe com saberes que ajudem as novas gerações a compreender e agir por um mundo no qual se pratique o devido respeito às diferenças, além do compromisso com a construção de uma cidade onde a dignidade humana seja o principal valor. Uma escola que contribua para o exercício de uma humanidade plena e não para formar um ser reduzido à sua condição de consumidor de bens distintivos, reprodutor de velhas hierarquias. Uma escola com vida, democracia, alegria e que valorize sentimentos que devem ser cada vez mais públicos, universalizados: solidariedade, generosidade, amorosidade, bondade. Uma escola concreta, real, onde os seus sujeitos sintam-se tratados com dignidade e respeito, e assim tratem os outros. Quero uma escola humana em uma cidade educadora.” Jailson de Souza – educador.

Quero uma Educação contemporânea! Comprometida com as crianças e jovens do século XXI e suas novas formas de ser, estar e interagir no mundo. Uma Educação que compreenda as novas demandas, uma escola que se integre ao mundo e não se isole em seus muros. Um currículo que inclua o respeito, a política, a espiritualidade e a cidadania. Professores capacitados, bem remunerados e motivados! Quero uma Educação para além das escolas! Quero ações concretas que valorizem o cidadão, preservem nossos bens e respeitem a Natureza! Tiago Dardeau – professor.

 

Eu quero que nossas crianças aprendam de forma significativa, desenvolvam o raciocínio lógico, a capacidade de expressão e compreensão, a criatividade. Eu quero uma escola onde nossas crianças sejam amplamente expostas ao universo da palavra escrita, às diferentes linguagens, aos mais variados padrões estéticos. Eu quero uma cidade que ofereça uma escola que ensine e não de uma escola que simplesmente as avalie Escola não pode ser gerida pela lógica do mercado. A busca desenfreada por índices, a fome voraz de mensurar o desempenho escolar são incompatíveis com a lógica do conhecimento, do saber. Esta última possui outro ritmo, caminha noutro passo, também tem seus descompassos, mas é íntegra em sua intencionalidade, pois almeja tão somente o sucesso dos alunos. Marcos Ozório – professor. 

Quero políticas públicas que permitam a reelaboração da cultura e da identidade profissional dos professores de modo que possam questionar criticamente práticas pedagógicas hegemônicas; políticas públicas que possibilitem a reconfiguração da educação escolar de modo a ser pautada na diversidade, na aceitação das diferenças, para que seja inclusiva; políticas públicas que deem mais que acesso de qualquer pessoa à educação escolar, o sucesso de todos na aprendizagem. Quero uma educação associada à saúde e à segurança. Virgínia Barbosa – educadora.

 

O óbvio. O sonho. Ensino de qualidade para todos. Infraestrutura para que isso possa acontecer, com salários dignos para os profissionais envolvidos neste desafio e o fortalecimento da relação e troca entre a escola e a vida cultural da cidade, a sociedade. Rosane Svartman – cineasta.

 

 

 

Eu quero que a escola pública volte a ser desejada pela população da minha cidade. Para isso, as camadas populares e todas as demais estariam juntas compartilhando  o espaço escolar com ética e a certeza de que ele é pertence a todos eles. Neste caso, as escolas particulares existiriam como uma opção apenas os que buscassem uma  educação diferenciada, não melhor, apenas por ser paga. Nessa circunstância, ser professor seria uma escolha que resultaria de desejo e de alguma aptidão, mas também de  muita competência, sem qualquer aproximação com dons ou com sacerdócio. Aliás, os preceitos religiosos de qualquer natureza, estariam fora das escolas publicas laicas, por definição. As crianças e jovens sentiriam orgulho por ser dessa ou daquela escola, e os professores também. Ali estariam identificados e acolhidos como os protagonistas de uma construção  diária e coletiva que repercutiria e valorizaria as marcas de suas histórias,  embora ninguém estivesse errado nem pudesse ser excluído apenas por ser diferente. Maria Inês Delorme – professora.

Quero que a Educação na minha cidade seja de fato a prioridade do governo federal, estadual e da prefeitura. Isso inclui investimentos reais em planejamento, pesquisas, cientistas e principalmente professores e escolas. Que sejam desenvolvidas políticas públicas que estudem e entendam esse momento de transição, que hoje é chamado, segundo Bauman, de “Sociedade Liquida”, onde as relações são marcadas pela flexibilidade, fluidez e pela necessidade das mudanças. Que sejam criadas metas objetivas, eficientes e rápidas para implantação de uma Educação inclusiva, que reflita a realidade da nossa cidade mas também nos projete e nos insira num patamar de excelência mundial. Já que é para desejar… e que depois disso possamos nos diferenciar por nossas qualidades especificas de flexibilidade, facilidade de adaptação e criatividade. Patricia Aguiar – publicitária.

Eu quero para a minha cidade uma educação pública atualizada com o tempo em que vivemos. Uma educação que inclua, além dos aspectos cognitivos, os afetivos e sensoriais. Uma educação comprometida com o crescimento pessoal e coletivo. Uma educação mediada por valores de convivência solidária. Marinete D’angelo – consultora em educação e mídia.

 

 

Quero resgatar o apreço, atenção e orgulho pelo ensino público. Quero ver currículos multiculturais, inclusivos e diversificados em ação. Quero turnos estendidos ocupados por atividades significativas e disponíveis para todos os alunos. Novas tecnologias em ação e novos usos das velhas tecnologias em sala de aula. Quero programas de formação continuada desenhados e implementados por educadores de verdade e planos de carreira que valorizem o trabalho dos bons professores. Projetos de integração com as famílias e sociedade em geral. Quero ver atividades científico-culturais variadas acontecendo em parceria com escolas. Quero ver educadores nas equipes da Secretaria de Educação e não apenas economistas . Por fim, quero presenciar a alegria e a aprendizagem coexistindo nos mesmos espaços. Mônica Waldhelm – professora.

Eu quero uma educação baseada na experimentação, capaz de formular hipóteses e desenvolver soluções para problemas do cotidiano.  Onde o ensino das ciências exatas não se resuma a memorização de um corolário enfadonho e sem sentido.
Eu quero uma educação que pare de formar analfabetos funcionais em massa. Onde educadores não precisem optar entre um sanduiche ou ir ao cinema. Eu quero uma educação onde o binômio retenção/promoção de estudantes seja determinado pelas habilidades e competências adquiridas e não pela demagogia criminosa de gestores públicos, que decidem o destino de verbas públicas como quem conta “cabeças de gado”. Eu quero uma educação onde a formação de sujeitos autônomos seja algo mais que um bordão inscrito, cinicamente, em teses acadêmicas e programas de governo. Winston Sacramento – professor.

Quero uma cidade feliz, antes de tudo. Uma cidade sem violência, na qual as crianças, jovens e adultos possam sair de casa sem medo. Uma cidade que respeite todos os cidadãos. Para mim, este é o primeiro passo para uma educação de qualidade. Quero paz e desejo paz para toda a minha cidade. E que os políticos eleitos não trabalhem para si, mas para a população, sem demagogia, sem hipocrisia. Luanna Tavares – estudante de Comunicação.

5 thoughts on “Educação: o que eu quero para minha cidade?

  1. Eu torço para que a escola de ensino fundamental retorne a ensinar, com eficácia e eficiência, a aprender a ler, a escrever e a contar.
    Marco

  2. Eu desejo que a escola de ensino fundamental retorne a ensinar a aprender a ler, escrever e contar. Se conseguir fazer isso com eficácia e eficiência tá de bom tamanho
    Marco

  3. Eu quero uma cidade com acessibilidade, passeios para cegos, rampas em todos os prédios públicos e privados para cadeirantes, sinalizadores para surdos, enfim, uma cidade com ciclovias, espaços para motos. Uma cidade que as escolas públicas tenham cadeiras decentes para os alunos, brinquedotecas, computadores com internet, espaço esportivos onde as crianças possam aprender a nadar, futebol, volei… e muitos outros. Quero professores bem remunerados e formação sempre. Isso é o mínimo. Vera Riccio – Professora

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