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Juventude rural é prioridade

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08abr

“A juventude rural é prioridade absoluta”. A declaração é do novo secretário de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Jefferson Oliveira. De acordo com o novo titular da secretaria, o acesso à internet é uma das principais demandas desse público, junto à educação e emprego. “Expandir a conectividade para o meio rural é oferecer condições para minimizar a grande diferença social que ainda existe entre o campo e as cidades”, afirma.

Oliveira destaca que a principal estratégia de sua gestão será estabelecer um diálogo permanente com outros órgãos e esferas de governo, além dos movimentos sociais que atuam na área da inclusão digital. “Nós vamos trabalhar juntos para resolver pendências, fazer parcerias, aprimorar o uso dos nossos projetos, tanto os telecentros, quanto as Cidades Digitais e as antenas Gesac”, ressaltou.

Uma das parcerias que devem ser ampliadas, por exemplo, é o uso dos telecentos por alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). “É essencial que esses sejam espaços de formação, de crescimento, de geração de emprego e renda”, destacou.

Em parceria com a Secretaria da Juventude da Presidência da República, o Ministério das Comunicações vem apoiando também a capacitação de jovens de áreas rurais de todo o país no uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs). Com os cursos oferecidos, os jovens passam a atuar como produtores e multiplicadores de informações e representações locais. O programa teve início em 2011, quando foram selecionados 41 projetos propostos por 28 instituições públicas federais espalhadas por 18 Estados. Até o fim de 2013, eles capacitaram e formaram 6,4 mil jovens.

Cinco desses projetos vão ser estendidos até 2015. São desenvolvidos por quatro universidades federais e receberão um investimento total de R$ 3,3 milhões. Com duração de 12 a 24 meses, os projetos estão sediados nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Piauí e Ceará. O público que serão beneficiados pelos cursos de capacitação inclui jovens agricultores, indígenas e de comunidade quilombolas.

 

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