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Você e o tempo: quem é dono de quem?

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Publicado em Matérias
19jan

Como anda o seu tempo? Você sabe administrá-lo? Você tem a sensação de que o dia não é suficiente para cumprir todas as tarefas? revistapontocom traz  reflexões sobre o tema 

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Do relógio de sol, passando pelo mecânico, ao digital.

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Do relógio de móvel, de bolso, ao de pulso.

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Do relógio que marcava apenas as horas ao que cronometra os milésimos de segundo.

foto-nova-7.JPG  Vivemos contra o relógio.

foto-nova-8.JPG O tempo é cada vez mais precioso.

foto-nova-9.JPG  “A modernidade oferece sofisticados equipamentos que economizam tempo, mas também aperfeiçoa os que enxugam o excedente criado” – Jean-Louis Servan-Schreiber, em A arte do tempo.

foto-nova-10.JPG “Duas coisas moldam o uso que fazemos do nosso tempo: a urgência e a importância. O problema é que os indivíduos vivem a chamada síndrome da urgência. A urgência tornou-se um símbolo de status. Se estamos sempre ocupados, é porque somos importantes” – Stephen R. Covey, em Como definir prioridades num mundo sem tempo.

ooo.JPG “As pessoas têm a sensação de que não há tempo suficiente porque os seus desejos cresceram muito mais rapidamente do que o tempo que dispõem” – Jean-Louis Servan-Schreiber, em A arte do tempo.

nova-foto-30.JPG No início do século XXI, o que dá mais prazer: viver o tempo real ou o virtual? Pesquisa do Gartner revela que, em 2010, 70% da população das nações desenvolvidas vão interagir dez vezes mais na web do que na vida real.

nova-foto-40.JPG “Ganhar ou perder tempo, não tem sentido algum. Temos todo o tempo disponível. Ele é imperturbável e não modificável. O único que temos em nosso poder é a capacidade de mudar nossa atitude em relação ao tempo, fazer bom ou mau uso dele. Já é alguma coisa” – Jean-Louis Servan-Schreiber, em A arte do tempo.

foto-50.JPG “O grande mago fez primeiro esta pergunta: entre todas as coisas do mundo, qual a mais longa e a mais curta, a mais rápida e a mais lenta, a mais esquecida e a mais lamentada, sem a qual nada se pode fazer, que devora tudo o que é pequeno e que vivifica tudo o que é grande? Uns disseram que a palavra do enigma era a fortuna, outros, a terra, alguns, a luz. Zadig disse que era o tempo. Nada é mais longo, falou, pois ele é a medida da eternidade; nada é mais lento para aquele que espera; nada é mais rápido para aquele que goza; estende-se até o infinito; todos os homens o esquecem; todos lamentam a sua perda; nada se faz sem ele; faz esquecer tudo o que é indigno da posteridade e imortaliza as grandes coisas” – Voltaire, em Discurso em verso sobre o homem.Texto Marcus Tavares
Fotos – Divulgação e reprodução

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